Escapadinha no Douro – parte2

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Escapadinha no Douro – parte2Parte 2Depois de um sono bem reparador, cortado por um sonho erótico que já não tinha há muito tempo, lá acordei com a luminosidade a entrar pelos cantos das cortinas do quarto. Durante a noite, como de costume o meu marido tinha-se aninhado a mim, numa conchinha perfeita e havia sentido por várias vezes algo duro que por vezes se tentava aconchegar no interior das minhas nádegas. O meu marido tinha ficado num estado lastimável.Tinha acordado primeiro, para variar, e já não me dava para voltar a dormir. Enrolei-me às costas dele abraçando-o e ali fiquei consolada com o toque da pele a ouvir o sono dele. Tempo para pensar e não podia deixar de lembrar a noite anterior e a visão do outro casal a fazer amor, pela primeira vez e como todas as primeiras vezes não esquece. Era de facto muito excitante. O J há algum tempo que atazanava com a possibilidade de nos envolvermos com outro casal, o que para mim era uma aberração e me fazia duvidar do amor dele, pelo menos do tipo de amor que ele tem por mim. As imagens da noite anterior assaltavam-me agora as convicções sobretudo porque o outro casal me parecia muito “solto”, muito liberal. Excitou-me, devo confessar e tentava ficar por aí nos meus pensamentos, mas não podia deixar de imaginar algo mais, os desejos do meu marido, os meus próprios desejos feitos de receios. Ver I a fazer um broche ao marido, a esconder o membro grande dele na sua boca tinha-me posto em brasa, sentia os músculos da minha vagina a latejar, um desejo interior difícil de conter.Algo se tinha revirado na minha cabeça e agora lutava por me conter, por não ceder ao desejo, a rotulá-lo de impossível e errado para fugir daquele aperto interior. É o que aprendemos durante a vida, o certo e o errado que nos condiciona. As perguntas que causam medo – “e se isto prejudica a nossa relação?”, “como é que se aguenta ver o nosso parceiro a comer outra mulher?”, “como é que podemos ter prazer enquanto o marido nos está a ver?”, “como será que ele reage perante o meu prazer com outro?“, “como é que ajo com outro homem que não conheço de lado nenhum?”. São perguntas demais que fazem recuar.O certo é que o turbilhão de pensamentos acabou por despertar a minha lelezinha. Já me sentia molhada e estava completamente excitada, disponível, a fim de o acordar para fazermos amor, para ele me foder com energia. Ainda a abraçá-lo pelas costas fui fazendo descer a mão desde o peito até ao zequinha que estava quente e não totalmente murcho. O serão e noite feita de ereções sentidas nas minhas nádegas não o tinha deixado relaxar. Optei por lhe começar a fazer festinhas suaves, caricias vagarosas nas bolinhas, a fazê-lo crescer devagarinho, a sentir o calor cada vez mais intenso, a desejar que o J acordasse com muito prazer. O meu aumentava a cada segundo, aumentando a ansiedade, o meu tesão.Subitamente tinha o caralho dele já totalmente em riste, teso, duro, quente. Sentia a cabeça grande totalmente lisinha nos meus dedos que suavemente a acariciavam com a ponta dos dedos. Estava obviamente acordado e a gozar a minha iniciativa. Apertei-o então dentro da minha mão fechada, até o sentir latejar com força sem deixar o sangue circular, sentindo a força do membro a inchar ainda mais e os primeiros movimentos do corpo dele a reagir.Uma suave punheta quase ao mesmo ritmo das contrações da minha coninha, lenta e cheia de prazer até que subitamente um bater de porta nos sobressaltou. – deixa, diz ele, deve ser o serviço de quartos. Continuei não querendo interromper, mas poucos segundos depois nova insistência. – Chatos, disse eu incomodada com a interrupção do bem-bom. À terceira insistência empurrei-o para ir abrir e ver quem era e porque insistia tanto. Após reclamação o J lá se levantou, vestiu o roupão do hotel tendo a seguir que vestir cuecas que não tornassem tão evidente a ereção.O J abriu a porta e ouço apenas uma voz de mulher, a empregada da limpeza com certeza, mas a conversa lá se prolongou mais do que seria normal. Estranho, pensei.A porta fecha-se e o J volta com um sorriso nos lábios – era a I, diz ele. Surpresa! que queria ela a estas horas? Queria falar contigo para ver se alinhamos numa ida a uma praia fluvial que eles já conhecem. – Assim sem mais nem menos? perguntei eu.- Sim, assim. Disse-lhe que viria falar contigo para ver o que querias fazer, mas avisou-me logo que não aceitava recusas. Que achas?- Não sei. Não os conhecemos de lado nenhum…e depois de ontem é um pouco constrangedor.- É, disse o J, mas foi simpática…qual é o problema irmos? Deram-nos meia hora para nos encontramos na receção. Vamos?- Achas mesmo? Questionei eu relutante em aceitar. Não vamos estar à vontade, depois do que fizemos ontem à noite…- Eles é que teriam que estar zangados, já que nós é que fomos os mirones, se nos estão a convidar é porque estamos perdoados, retorquiu o J enquanto se ria. Era óbvia a vontade dele em se juntar ao outro casal e já conseguia ver o que aquela cabecinha estava a planear. Porventura era isso que me impedia de dizer sim, sem mais rodeios. Antevia que estávamos a iniciar um caminho sem volta.- Vou telefonar para o quarto deles a dizer que alinhamos, disse o J sem me dar muito tempo para decisões e pedir-lhes mais 15 minutos para nós.Assim foi. A seguir ao telefonema, cheio de sorrisos e ansiedade mal disfarçada pelo meu marido, saltou-me em cima e acabámos o que eu havia começado. Pelo meio, enquanto me penetrava com estocadas cadenciadas e vigorosas que faziam o seu caralho bater no meu útero, foi-me sussurrando ao ouvido que a I tinha olhado várias vezes para a linha de cintura dele o que não o tinha deixado acalmar a ereção, que pressentia um dia diferente para nós, que esperava que eles estivessem na mesma onda, o que obviamente serviu para me excitar ainda mais. Foi quase uma rapidinha, tal era a ansiedade que tínhamos por nos juntarmos a eles.Seguiram-se as duvidas femininas do costume sobre o bikini que devia usar, se um mais fechadinho se outro mais cavado, mas revelador. Sabia o que o J queria. Para ele quanto mais ousado melhor para despertar os olhares masculinos. Andava nessa onda e eu gostava de o provocar aumentando as transparências, ou a área de pele a mostrar.Encontrámo-nos na receção. I estava com uns calções curtos, bem subidos até a relativamente justos nas pernas que as fazia realçar, eu um top cai-cai sem ser exagerado mas mostrando o colo do peito, que aparentemente nada teria por baixo. O P estava como o J de t-shirt e calções caqui. Eu havia escolhido uns calções brancos, e uma blusa transparente por cima do bikini.Beijinhos, sorrisos, palavras de circunstância a agradecer o convite e ainda houve tempo para bebermos um café. De onde são, o que fazem, o bom que é de vez em quando se pode desanuviar e relaxar, onde vamos, tudo num clima de natural avaliação. Devo admitir que me sentia um pouco envergonhada cada vez que olhava para eles tendo em conta o flagra da noite passada. Eles foram gentis e de alguma forma tentaram pôr-nos o mais confortáveis possível, apesar de sentir que o P olhava muito mais para mim do que para o J, percorrendo-me com o olhar um bom par de vezes. O J não parava de falar e de ser rir, sentindo eu que também ele estava a tentar encurtar o período de à vontade com os novos amigos.Acabámos por ir com eles, porque tinham um carro mais apropriado a um pouco de terra batida que pela sua descrição teríamos que fazer antes de chegar à praia fluvial. Na verdade, acabou tuzla escort por ser um troço relativamente longo e poeirento até à praia. Chegámos e de facto o local era magnífico, com um pequeno pedaço de areão, ermo, e com uma superfície de água brilhante e muito convidativa. Não parecia que fossemos ter vizinhos. – Bem-vindos ao nosso cantinho secreto, disse a I, já fomos muito felizes aqui, virando-se para o P que retribuiu o sorriso cúmplice para ela.Não sabíamos muito bem do que se tratava, mas dava para adivinhar que seria algo muito maroto, claro.Enquanto os homens se despiram e foram a correr para água como os miúdos, eu e a I ficámos a pôr ordem na tralha que havíamos levado. A I começou a despir-se e eu segui o exemplo, concentrando-me na converseta que os homens mantinham dentro de água. Quando me virei a I estava topless e parecia que iria ficar assim…tinha umas mamas não muito grandes, já sem marca de bikini e uns biquinhos espetados. – Não te importas?, perguntou ela. Que não, sem problema, mas devo ter engasgado um pouco e ela notou de certeza que havia corado.Ponderei se havia de fazer o mesmo, mas tive vergonha. Não sabia se o devia fazer. Ela foi então direto à água e eu senti um impulso de a seguir, rapidamente, nem sei bem porquê… talvez inconscientemente para controlar o safado do meu marido.Tinha razão. Ao chegarmos à beira mar o J não tirava os olhos dela e o meu ciúme e sede instantânea de vingança foi imediata, mas ele já estava com os olhos em mim com semblante intrigado como quem diz “- e tu?”. Fiquei ali sem saber muito bem se estava a interpretar bem a intenção dele, mas eis que o P exclama a rir “- as damas estão um pouco desequilibradas, não estão?”.Todos ficaram a olhar para mim com os olhos no meu peito e o J voltou a fazer um ligeiro aceno com a cabeça como que perguntando “- então…?”. “– Já tiro! Sem pressões! Não se preocupem” -, tentando ganhar tempo para não me expor de forma tão súbita”. – Não tens que ter vergonha amor, diz o J sorrindo e pondo-me entre a espada e parede. O certo é que depois da surpresa me estava sentir quente com a vontade de todos em expor a minhas branquinhas. Acabei por ceder e tirar o soutien, deixando-as pender à luz do sol. Senti um silêncio de todos, deixando-me mais embaraçada, e acabei por ir para a água, talvez para me tentar cobrir. O P não tirava os olhos de mim, o J não os tirava da I, que mais extrovertida ia metendo conversa provocando um jogo de sedução e a manhã foi passando. Sentia-se no ar onde ia acabar…Depois do almoço, durante o qual havia vestido a t-shirt do meu marido tal a obsessão do P pelas minhas mamas, sempre com um sorriso maroto nos lábios do J, lá fomos descansar um pouco nas toalhas à sombra das árvores frondosas que envolviam a praia e acabei por dormir uma soneca. Soube bem.Acordei em conchinha com o J e com as mãos dele nas minhas mamas, debaixo da T-shirt e a sentir o seu caralho nas minhas nádegas a roçar-se. Instintivamente, olhei para a toalha do lado, a menos de 5 metros, e os nossos novos amigos estavam tb em conchinha, virados de lado para nós, mas a I tinha o bikini pelo meio das pernas e o P fazia os movimentos de vai-vem. Estavam a foder mesmo à nossa frente!Paralisei a olhar, a olhá-los, sem saber muito bem o que pensar ou o que fazer. A I olhava para mim, e tinha no semblante um prazer cinematográfico, a mostrar, a exibir o prazer de estar a ser penetrada pelo P enquanto eu e o meu marido contemplávamos a cena. Ele espreitava por cima do ombro dela com um ar desafiante, enquanto soltava uns gemidos de prazer, entre estocadas mais fortes que faziam os olhos da I revirar-se em êxtase. Estavam a exibir-se e a provocar-nos e o tesão que começava a sentir, espicaçado pelo calor do membro do J já a insinuar-se nas minhas nádegas estava difícil de conter. O J baixou-me então o bikini e eu retribuí com um jeitinho à minha anca que o meu homem encontrasse mais facilmente o caminho e sem resistência entrou na minha coninha, quente, grosso, duro, tb ele a latejar.Nós as duas olhávamo-nos enquanto erámos penetradas pelos homens e o prazer era indiscritível. O J já havia movimentado a sua mão para a minha lelezinha e esfregava-me o grelinho todo alagado de tanta excitação envolvida. O P fez o mesmo e a I torceu um pouco o tronco para lhe facilitar a esfrega no grelinho expondo ainda mais a penetração sexual. Comecei a mexer freneticamente a minha anca contra o J buscando mais penetração, mais fricção na minha coninha e ele correspondeu deixando-me mais livre para me mexer. Estava quase a vir-me, sem dúvida. À minha frente, aqueles dois tinham agora mudado de posição e ela estava agora de barriga para baixo enquanto ele totalmente por cima dela subia e baixava com batidas fortes nas nádegas dela podendo contemplar o caralho dele nos movimentos de entrada e saída. Excitação monstra.O J empurrou-me então para provocar a mesma rotação para podermos ficar na mesma posição deles, mas não deixei e com a minha mão sobre a dele que esfregava a minha coninha deixei claro que teria que me vir naquela posição – estava bom de mais e assim continuaria a ver o P a foder a I sem dificuldade. Não tardou nada e vim-me desalmadamente, entre gemidos e urros, gritando todo aquele prazer para fora de mim, enquanto todos eles pararam a olhar para mim, com o meu corpo todo hirto, a arfar, gozando como se fosse o primeiro orgasmo de sempre.Quando voltei a mim, todos riam com palavras de espanto por tal orgasmo. Se não estivesse já em fogo e me sentisse a ferver teria sido visível que corei a sério. Rodei então de barriga para baixo, deixando que tb o J adotasse a mesma posição do P e me comesse por trás. Os dois começaram então a imitar-se entre si com as suas fêmeas totalmente passivas, submissas a receber os seus machos plenos de tesão. Já não olhava tanto para a I e ela tb não. Ambas estávamos atentas agora a comtemplar os caralhos deles a penetrarem furiosamente, quase em competição, os nossos corpinhos, a fustigar os nossos traseiros, as nossas nádegas até que primeiro o P e logo depois J se vieram entre gritos, gemidos e palavras de tesão que mal se percebiam.Ali ficámos, a rir, a sorrir, sem saber o que dizer para lá de palavras vagas de exaltação do que tínhamos feito lado a lado.O P saiu primeiro de cima da I, logo acompanhado pelo J e correram mais uma vez para a água, agora nús, com os badalos a abanar, o do P aparentando ser um pouco maior. Parecia quase uma cena gay. Nós as duas ficámos mais um pouco a descansar e a interiorizar o que havíamos feito, até que acabei por perguntar – foi planeado por vocês, não foi?A I confirmou mas dizendo que a culpa tinha sido nossa ao espreitá-los na noite anterior. Tinham os dois falado até às 4 da manhã a congeminar uma forma de nos atrair para uma situação como a de hoje e felizmente resultou – Vamos à água? perguntou a I. E fomos, as duas juntas, enquanto ela me questionou – Arrependida? Em boa verdade não sabia o que havia de responder. Não queria parecer fácil e não queria naquele momento parecer que se iria repetir mais vezes, mas não podia mentir e de facto tinha sido um prazer indiscritível. Há meses que eu o J falávamos desta possibilidade sempre negada por mim e era um cenário que me passava pela cabeça várias vezes, mas sempre tive receio que este tipo de ousadias pudesse resultar em algo inesperado e desagradável para a nossa relação. As mulheres da minha geração foram educadas em que a sexualidade tuzla escort bayan deve ser mantida na intimidade do casal e que tudo para além disso era errado. Os estímulos que vemos no dia a dia acabam por desmentir esse dogma, mas um passo fora do “normal”, do nosso normal, acaba por ser difícil de tomar, apesar de o J desde há muitos meses me tentar persuadir a tornar-me numa “maluca”, o que para mim significa perversão. Por outro lado, na minha cabeça, não dava para entender como é que o meu marido me pode amar e querer que a nossa intimidade seja partilhada com outros, especialmente porque eu sabia que esse fetiche dele ia até ao ponto de ver outro homem entrar em mim. Ele entendia-o como um jogo eu como algo ilegítimo e errado.Decidi responder à I sem grande entusiasmo, sem mostrar o sentimento de realização que sentia interiormente. Não a devo ter convencido, pela reação dela. Ao chegar à água, cada homem tratou de abraçar a sua mulher, como que reclamando a propriedade partilhada visualmente por momentos. Foi bom sentir o abraço do J quente e de intimidade, como que dizendo “está tudo bem…”.O dia acabou por se passar, com a conversa bem mais relaxada entre nós, e agora com olhares de cobiça dos homens para a mulher alheia bem menos disfarçados. A sedução estava em alta e era evidente e dentro de mim o certo e o errado combatia ferozmente, mas sem coragem para fazer algo que perturbasse aquele clima libertino e juvenil de corpos nus, em exibição que podem livremente ser admirados. As parecenças físicas eram grandes e assim ninguém se sentia diminuído ou fragilizado, estou certa. O P não parava de olhar para as minhas mamas e eu procurava não expor demasiado a minha lelezinha, ultimo refúgio da intimidade feminina, porque sentia o olhar dele a procurá-la sempre que fazia qualquer movimento corporal.O jogo de sedução continuou e lá acabou o dia, entre conversas sobre generalidades, sobre as nossas vidas – sempre entremeadas com elogios à forma física dos membros dos casais, quando vinha a propósito. Acabou o dia e regressámos, agora mais silenciosos na viagem, talvez fruto do cansaço do dia pleno de emoções. Já no hotel, combinámos um gin de fim de tarde no bar depois de descansar um pouco nos quartos.Assim que entrámos o J estava visivelmente preocupado comigo, com a forma como havia sentido a situação – e tu?! Como te sentiste?, disparei eu!- Sabes que que era um desejo meu, já te tinha dito… e adorei a primeira experiência, mas tu é que estavas insegura relativamente a isto. Está tudo bem?Ponderei se havia de responder da mesma forma que respondi à I, mas acabei por ser totalmente honesta: – Gostei, foi muito excitante, levaste a tua avante… como sempre!Falámos sobre o assunto, dos nossos sentimentos, do fetiche realizado, do tesão que deu, de quão bom foi ver outro casal e ser visto ao mesmo tempo e o certo é que o J já não disfarçava a ereção de estarmos a falar do assunto.- Mas é para ficar por aqui, ouviste?! Disse-lhe eu a caminho do duche.- Claro, respondeu ele sem convicção, apenas para me calar.Vestimo-nos para ir para o bar e optei por uma blusa vermelha, cavada sem ser decotada e umas calças leves brancas com alguma transparência. O meu marido comtemplou-me e piscou-me o olho, enquanto me olhava para o peito. – Não queres ir sem soutien? Perguntou ele a rir, já à espera de um não, enquanto ouvia de mim -Brincalhão! Queres exibir a tua mulher? Olha que os outros podem gostar!Ele saiu a sorrir porta fora e eu não resisti e acabei por tirar o soutien, certificando-me que não se notaria demasiado. Veríamos o efeito. Já. Que estávamos nessa onda.Descemos, o J percebeu que nada tinha para além da blusa e sorriu, sem comentar.Mandámos vir um Gin e esperámos por eles que acabaram por chegar pouco depois. Sentaram-se pediram o mesmo e depois de algumas trocas de palavras sobre temas banais, a I puxa o assunto de forma bastante direta – e então, gostaram da praia? Num tom jocoso e divertido. – Pode não parecer mas foi a nossa primeira, disse ela.- A nossa tb, e foi bem excitante, não é S?, perguntou ele sabendo perfeitamente que até entre nós tenho recato em falar disso, quanto mais em frente dos nossos novos amigos.Não respondi e simplesmente acenei com a cabeça. O P continuava no seu jogo de olhares que me deixava algo insegura e acabei por me arrepender de não usar soutien. A conversa continuou e ficámos a saber que eles tinham eleito este fim de semana para fazerem algo diferente e abrirem-se a novas aventuras e quando nos viram a espreitar na janela, tentaram a sorte – e conseguiram. Não entrámos muito mais no assunto, mas o convite para jantarmos já estava a caminho e aceitámos. Combinámos para um restaurante com bom aspeto, acolhedor escolhido ali mesmo através da net e com conselho do empregado do bar.Subimos, e foi o tempo de nos aprontarmos. Tinha levado o meu vestido ainda não estreado, azul, elegante, que fazia realçar as minhas curvas, a minha feminilidade. O sapato alto tornava o conjunto ainda mais esguio. Sentia-me bem ao espelho. O meu marido olhava-me estendido na cama, a babar e com aquele sorrisinho de orgulho embrulhado em malandrice. Sabia perfeitamente como ele gosta de me ver atrevida, apesar de não estar habituada. Desta vez escolhi um soutien push-up que me elevava as mamas e dava mais volume ao vestido. Elegante.Descemos e apesar de não estar combinado lá encontrámos os nossos amigos. O jantar foi agradável, divertido até, daqueles que se passa de assunto para assunto de forma fácil e sem se saber muito bem porquê. O vinho verde tb ajudava a desinibir. O P tomava muita atenção e apoiava tudo o que eu dizia. Era óbvia a intenção de agradar a todo o custo. Já o meu marido não dava grande troco à I, sem ser desagradável, mas parecia mais interessado na minha interacção com o P.Por fim a conversa acabou por deslizar para o assunto da tarde por iniciativa da I a propósito de aproveitar a vida e o ambiente ficou mais interessante. Desce de nível, sobe de interesse.Ficámos a saber que já não era a primeira vez que faziam sexo ao lado de outro casal pela voz da I que assumia o prazer que lhes dava partilhar a sua intimidade com outro casal. Sabendo que tinha sido a nossa primeira vez, lembraram-nos da sua primeira vez e da luta que foi tomar decisão depois de muitos avanços e recuos, da pressão para contrariar a educação, os tabus sociais, o medo de afetar a relação, entre outros sentimentos de receio, que no fundo devia ser o receio de todos os que se iniciam nestas aventuras.Mas a I parecia muito confortável e segura de si a falar do assunto.Mas as revelações não se ficaram por ali. Ficámos então a saber que já tinham feito swing com um casal durante cerca de 2 anos, mas que tinham interrompido. O J questionou então qual o impacto que tal tinha tido na relação, e o que ambos sentiam quando partilhavam o outro. O P falou de uma relação mais forte que nunca, mais confiante, mais intima e sem os receios de traição, já que ambos estavam juntos na realização dos desejos de cada um dos cônjuges, sendo a relação mais descontraída e divertida.- Divertida? Perguntei eu.- Sim, passou a explicar a I. Um casal normal aborda o que vê no dia de outros homens e mulheres com algum receio, com meias palavras, com receio que uma apreciação do que vê magoe o outro. Nós, como já derrubámos essa barreira, quando vemos alguém de que gostamos brincamos abertamente com o outro, rindo-nos deste ou daquele pormenor físico, escort tuzla provocando-nos sem receios quanto ao que outro fantasiaria. Torna-se divertido.E a conversa lá continuou jantar fora, sempre à volta do mesmo assunto em que basicamente eles foram contando a sua experiência como casal. Às tantas, inesperadamente, o J começou a falar das nossas fantasias e conversas e de como a tarde vivida com eles tinha cumprido uma das nossas fantasias eróticas. Corei de imediato. O P aproveitou então a auto-estrada para sugerir que talvez estivesse na altura de irmos mais além, com um propósito óbvio, ao que o J respondeu, enquanto levava o copo à boca e olhava de soslaio para mim – quem sabe…?!, o que provocou uma gargalhada deles e um baixar de olhos da minha parte. O clima aquecia. – Vou à casa de banho, está difícil! – anuncio eu aflitinha. A I aproveita e levanta-se de imediato fazendo tensões de me seguir. Os homens continuam na converseta, agora sobre futebol…para variar.Chegadas à casa de banho a I pergunta: – estás bem? Não estamos a ser desagradáveis a contar as nossas aventuras? Como partilhámos aquele momento à tarde convosco, não me pareceu ser demais falarmos do assunto. Foi simpático da parte dela. – Não… disse eu de forma meio atabalhoada enquanto sorria, sem saber bem o que dizer.- Como é a primeira vez que estamos com um casal a falar destes assuntos e não temos o mesmo à vontade que vós, às vezes não se sabe muito bem o que dizer, continuei eu.- Compreendo, mas o teu marido parece bem mais desinibido e com vontade de saber tudo, ou é impressão minha?, respondeu ela.Ri-me mais abertamente e concordei, confessando: – se dependesse dele já estávamos todos num quarto de hotel, arrependendo-me de imediato do que havia acabado de dizer.- e se dependesse de ti? Perguntou ela, olhando-me fixamente, aproveitando de imediato a porta que eu tinha aberto.Hesitei, corei, tentei fugir concentrando-me ma lavagem de mãos, mas ela esperou uma resposta. Cortava já ali as intenções? Deixava no ar a possibilidade? Confessava que queria algo mais. A última não era para já hipótese e decidi resguardar-me: – hoje à tarde já foi um grande passo, se calhar é melhor ficarmos por aqui nesta fase.Ela riu-se, acabou de secar as mãos e regressámos à mesa. O J falava pelos cotovelos sobre qualquer coisa que já nem me lembro enquanto os meus pensamentos estavam em turbulência. O P fingia estar atento ao J, mas lá ia olhando para a I à procura de um sinal dela, que não revelou nada concentrando-se em ouvir o J.O jantar acabou pouco depois e decidimos abandonar uma ideia inicial de ainda ir até um bar. Já estávamos bem bebidos, a conversa estava animada e solta e resolvemos voltar ao hotel. O P desdobrava-se em atenções para comigo, com o olhar a descer para o meu peito sorrateiramente de vez em quando, e a I concentrava-se na conversa com o J que estava mais animado que nunca e assim seguimos devagar com pares trocados até ao carro.Chegámos ao hotel, e depois de mais uma converseta sem grande relevância, subimos. No elevador, o P tornou-se mais evidente totalmente focado nas minhas mamas, podia vê-lo pelo canto do olho. O J sorria totalmente deleitado com a cobiça do outro.Mais umas frases de galanteio a mim, de agradecimentos pelo magnífico dia (que tinha de facto sido), e cada casal para seu quarto.- Muito obrigado por me teres deixado desamparada com o P durante parte do jantar, critiquei eu o J assim que chegámos ao quarto.- Não deixei! Não reparaste que eles devem ter combinado entre os dois seduzir-nos em separado. A I sempre em cima de mim e o P a tentar contigo. E olha lá…que falaste com a I na casa de banho? perguntou o J, virando o assunto.- Ela queria saber se estava disposta a algo mais. Foi isso. – Sério?!!! e tu que respondeste? Questiona o J com exaltação e ansiedade.- Disse-lhe que hoje já tínhamos dado um grande passo e que era melhor ficar por aqui e ela riu-se e não disse mais nada.- …sério? ok., respondeu o J sem conseguir disfarçar a desilusão. – Que achaste do jantar? tentando disfarçar a importância que a pergunta tinha para ele.- Estão a tentar pressionar para algo mais, não é claro?Subitamente, eis que batem à porta. Olhamos um para o outro, pressentindo de imediato quem estaria do outro lado. O J vai abrir e com relativa surpresa estão os nossos amigos com duas garrafas de espumante na mão.- A noite ainda não acabou, diz a I prestando-se a entrar no quarto, logo seguida pelo P, já em trajes mais confortáveis e … leves. A I vinha com uns calções muito curtos tipo pijama e com uma blusinha semi-transparente que mostravam claramente os bicos espetados das mamas…Ficámos sem palavras e sem reação – entrem, entrem! Disse o J assarapantado. – Trouxemos duas garrafitas do nosso frigobar, se não chegar tiramos do vosso! Enquanto se ria a cada palavra que dizia. – E um baralho de cartas se faltar o assunto de conversa, juntou o P.Seguimos para a varanda, onde havia mais espaço, voltando eu logo a seguir para mudar de roupa. Não sabia bem o que vestir, olhando para a I, mas o meu orgulho de mulher não queria ficar atrás da I e além disso já nos tínhamos visto uns aos outros nus. Nada mais havia a esconder.Vesti um vestidinho leve, curto, com alças fininhas que pende sob as minhas curvas e que não uso quando tenho visitas em casa. Por baixo…nada. Sabia que ia provocar impacto, mas estava segura que o J me pediria para o usar nessas circunstâncias. Uma última olhadela ao espelho e toda eu aqueci por dentro…as minhas mamas pareciam querer saltar de dentro do vestido, sem soutien, notando-se a sua curva e agora os bicos sobressaiam com a excitação. Talvez se acalmassem até chegar à varanda. O pensamento que me tranquilizava era o facto de tudo já ter sido visto por todos os presentes. Quando cheguei à varanda, já os copos estavam cheios e a I, refastelada numa cadeira de plástico, mostrava praticamente todas as pernas até ás cuecas, se as tinha, enquanto o P e o J na frente dela riam de qualquer coisa que ela contava. Fui-me sentar ao pé dela e fizemos um brinde á proposta do P – a amizade -, a que o J juntou “ – e aos bons momentos!”, com um sorriso maroto cheio de provocação.A conversa fluiu, animada, as garrafas foram esvaziando, os olhos dos homens pareciam ter vontade própria sobre as mulheres à sua frente e o P parecia vidrado em mim, ora fixando-se nas minhas mamas evidentes por baixo do vestido, ora nas minhas pernas as quais eu já não tentava tapar com o vestido, tomando cautelas para que o mesmo não mostrasse demasiado. Estava excitada e havia um clima de erotismo e provocação acentuado pela troca de olhares, pelas pequenas provocações verbais cheias de insinuações mas com bom gosto.O J ia-me fazendo caretas metendo-se na troca de jeitos e olhares entre mim e o P, olhando ao mesmo tempo para as minhas pernas como se quisesse que eu me expusesse mais. De repente, vi-o fixar-se na I com um olhar baixo e com uma cara que me era familiar quando eu o provocava. Olhei de soslaio e era óbvio que a I tinha aberto as pernas de forma a ser vista…o meu marido quase paralisou, encolhendo-se de imediato indicando uma reação física ao que estava a ver. Já não foi a tempo de disfarçar e o P começou a rir-se à gargalhada, para logo a seguir propor um jogo de cartas. Ao levantar-se notou-se claramente que uma ereção o atormentava. A I olhou para mim com ar de safada sorrindo e encolhendo os ombros.A bisca estava uma seca após um pouco a atirar cartas para a mesa. Já havia bocejos à volta da mesa até que a I propõe um jogo mais divertido – vamos jogar ao burro em pé! A resposta foi pouco entusiasta, mas a I já tinha um trunfo na manga: – só que…quem deitar abaixo o baralho … tira uma peça de roupa!

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Die ersten Schritte zur Sexpuppe (Teil1)

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Die ersten Schritte zur Sexpuppe (Teil1)„Studienteilnehmerinnen gesucht! Keine Kosten!Suchen Sie eine Erholung vom Alltag? Einen Ort an dem Sie ganz sie selbst seien können? Wollten Sie ihr Äußeres nicht schon immer verjüngen? Dann rufen Sie uns unter 0800…. an und vereinbaren einen unverbindlichen Termin.“Ich ließ die Zeitung auf den Tisch sinken. Das war die Lösung für unsere Beziehungsprobleme. Trotzdem wir erst ein Jahr zusammen waren wirkten wir stets wie ein altes Ehepaar. Markus war ein Traummann, Model in Außenwelt und ein Hengst im Bett, doch schon seit längerem bemerkte ich, dass ich zumindest in seinen Sexfantasien nur noch die dritte Geige spielte.Ich, Anita Baur, war nicht hässlich mit meinen 68kg auf 1,70m. Kurvig gebaut, bestückt mit einem festen C-Cup, war ich für Markus aber anscheinend nur Mittelmaß. Das hatte ich entgültig satt, meine Entscheidung war gefallen ich musste mehr über die Studie wissen.Ich wählte die angegebene Nummer. Am anderen Ende meldete sich eine junge Frau mit der ich einen Termin für den kommenden Tag vereinbarte. Ich freute mich riesig endlich würde ich wieder die Nummer eins für Markus sein. In der Nacht konnte ich nicht schlafen. In meinen Träumen begegneten mir imposante Vorbauten mit daumendicken Nippeln, Ärsche so fest wie Melonen und Lippen weicher als jedes Kissen. Selbst im Schlaf merkte ich wie ich langsam feucht wurde. Es war verrückt! Ich hatte noch nie darüber nachgedacht etwas an mir ändern oder „erweitern“ zu lassen aber manchmal muss man Opfer bringen. Auf diesen Extase-Traum folgten noch einige bis zum Morgen.Im BüroEs war ein kühles Weiß in dem alle Einrichtungsgegenstände gehalten waren ganz so wie im Krankenhaus. Eine attraktive, aber nicht extrem auffällige Frau schritt durch den Raum auf mich zu. „Guten Tag Frau Baur, schön, dass Sie da sind. Folgen Sie mir doch bitte.“ In Ihrem Büro angekommen konnte ich die Anspannung kaum noch aushalten. „Sie interessierien sich also für unser kostenloses Studienprogramm. In diesem Programm geht es uns darum attraktive Frauen zu „behandeln“. Unsere Anzeigen sind so formuliert, dass wir geziehlt Frauen ansprechen, die von ihrer Umwelt zwar als attraktiv angesehen werden, sich selbst aber gern verändern würden. Die meisten Frauen nennen dafür meist Beziehungsgründe oder Erfahrungen aus der Kindheit. Wie ist es bei Ihnen?“ „Mein Freund“, sagte ich leise. „Somit ist das Kriterium des Schemas schon erfüllt. Nun wollen Sie sicherlich wissen was wir mit Ihnen anstellen wollen. Je nachdem für welches System sie sich entscheiden, S, M, L oder XL haben Sie die Chance auf bis zu 8 Veränderungen ganz nach Ihrem Geschmack. Wir sind nur dazu da Sie zu beraten, die Eingriffe durchzuführen und am Anschluss daran Fragebögen mit Ihnen auszufüllen. Einen kleinen Nutzen für uns muss es ja auch haben, Sie verstehen.“ Die Frau lächelte mir zu. Auf die Frage, egal welches Paket ich wähle es entstehen nie irgendwelche Kosten bekam ich ein zustimmendes „JA“. „Um es vielleicht etwas verständlicher zu machen, wir haben uns einfach überlegt wie man die Studie einteilen kann und sind zu dem Entschluss gekommen, nach Anzahl der Verbesserungswünsche. Natürlich 8 Veränderungen klingt viel, aber überlegen wir mal: Brust, Po, Lippen, Wirbelsäule für eine gute Haltung, das sind schon vier und einem könnte mehr einfallen. Wir wolllen unsere Teilnehmer einfach nur eines machen – glücklich. Sollten Sie jetzt sagen, aktuell möchte ich aber nur etwas größere Brüste und einen runderen Po aber ich weiß nicht wie ich darauf reagiere kann ich Sie beruhigen. Es besteht die Möglichkeit nicht sofort alle Eingriffe zu buchen.“ Mit einer bunten Broschüre in der Hand verließ ich ihr Büro. Eines wusste ich, ich würde mir alle Optionen offen halten und XL nehmen.Zuhause angekommen berichtete ich Markus sofort von meinem heutigen Treffen. Zusammen schauten wir die unterlagen durch. Im Kleingedruckten entdeckten wir, dass man zwar die Ausführung von bis zu der Hälfte der Veränderung um maximal ein halbes Jahr herauszögern konnte, man aber in jedem Fall die Zahl der Modifikationen (wie es im Heft hieß) ausschöpfen musste. Sollte dies nicht geschehen müsse man 100.000€ Strafe zahlen. Außerdem stand dort dass ein Aufenthalt von bis zu einem Jahr in einer, sie nannten es, Bildungseinrichtung erfordlich wäre, dies aber individuell mit jedem Probanden zu klären sei. Er meinte, ob ich nicht lieber M oder L nehmen wöllte. Dieses kleine Schwein, er wusste genau wie er den Gefühlvollen spielen musste damit ich am Ende dachte ich würde ihm eigentlich so gefallen wie ich bin und alles nur für mich machen. Man musste auch bedenken, dass ich, in meiner Variante wirklich 8 Dinge an mir verändern musste. Würde ich das Pensum wirklich ausschöpfen können? Anderer Seits wollte ich auch gegenüber Markus nicht einknicken und so dastehen als hätte ich Schiss. Ich musste darüber nachdenken, vereinbarte aber schon einmal einen Termin. Die Stimme am Telefon beglückwünschte mich für meine Entscheidung an der Studie teilzunehmen. Leider gab es erst in einer Woche einen neuen Termin. Ich akzeptierte. Eine Woche warten – das würde schwer werden!In den kommenden Tagen nutzte ich jede freie Minute um im Internet zu surfen. Schlampe, Hure, Nute tippte ich bei Boogle ein und betrachtete mir die Bilderergebnisse. Dabei lernte ich auch das Wort Bimbo. Natürlich in der deutschen, sondern englischen Bedeutung. Eine Frau die ihren Geist und ihr Äußeres vom Mädchen nebenan *gäähhhnn* zur absolut künstlichen Schlampe verändert, die jedem Pornostar Konkurrenz macht. Silikontitten die so groß waren wie reife Melonen und auch dem entsprechend nach vorn standen, Lippen aus Fahrradschläuchen, Ärsche so knackig und rund wie der schönste Apfel auf der Welt und nicht zu vergessen grelles Make up und seeehr freizügige Kleidung. Auf jedem Bild. Als ich mich durch einige Gallerien geklickt hatte, merkte ich etwas Feuchtes unter mir. Oh mein Gott! Ich war so geil nur durch das Betrachten dieser Bilder geworden, dass es nur so aus meiner Pussi sprudelte. Was passierte mit mir? Seit dem ich in diesem Büro war… Es wurde mir in diesem Moment egal. Ich fühlte mich so geil wie selten und das alles nur durch Bilder. Es war verrückt! Von nun an boogelte ich jeden Abend und floss auch stets wie zu erwarten dahin. Meine Entscheidung war gefallen XL und sonst nichts. Das Gefühl in meiner Fotze wollte ich nie wieder missen auch wenn das bedeutete, dass ich nie wieder ein „normales“ Leben führen könnte. Ich war lange genug eine graue Maus, ab jetzt hieß mein Ziel auffallen! Die Woche verging wie im Flug und schon war mein Termin gekommen.Ich hatte Markus gesagt er solle sich Gedanken machen, was er gern an mir verändert hätte. Beispielbilder wären am besten aber es ginge auch ohne sollte er nicht so genaue Vorstellungen haben. Im Büro angekommen wurden wir von Frau Scharfenberg bursa escort empfangen. Sie erklärte uns, dass ich das letze Mal nur bei einer ihrer Servicemitarbeiterinnen war. Dies sei nötig, da viele interessierte Frauen nach dem ersten Termin einen Rückzieher machen und auf nimmer wiedersehen verschwinden. Da ihre Zeit als Leiterin des Institutes sehr begrenzt sei, würden wir sie erst heute kennenlernen. Die Studie musste ja ganz schön wichtig sein, wenn sich die Chefin selbst um die Probandinnen kümmerte.„Meine Mitarbeiterin hat ihnen hoffentlich alle Fragen zu unserem Levelsystem beantworten können. Anita, Sie hatten jetzt eine Woche Zeit um sich mit ihrem Freund darüber auszutauschen. Konnten sie sich für eine Paketgröße entscheiden?“ Wir nickten. „Und welche soll es sein?“ „XL!“ „M.“ Unsere Aussagen überlappten sich und es entstand ein unverständlicher Buchstabe. „Wie bitte? Ich konnte sie leider nicht verstehen.“, sagte Frau Scharfenstein. „XL!“ Schoss es erneut aus mir heraus, denn ich wusste was ich wollte. Markus schaute mich verwundert an.Wenn Sie sich so sicher sind, dann ist ja alles wunderbar.“, sagte Frau Scharfenstein und wendete sich zu Markus. „Und lassen Sie sich nicht entmutigen. Ihre Freundin wird perfekt sein wenn ihre Modifizierung abgeschlossen ist.“Sie griff in ihre Schublade und holte einen dicken Vertrag heraus. Mindestens 30 Seiten musste dieses Monstrum haben. Meine Augen wurden sehr groß als ich bemerkte, dass der Vertrag nicht wie üblich einseitig bedruck war sondern doppelseitig. Dies merkte Frau Scharfenstein und sagte sofort: „Keine Angst Sie müssen sich nicht erst den ganzen Vertrag durchlesen. Ich werde Ihnen das Wichtigste erklären, denn das Meiste ist im Grunde nur Rechtsanwalts-Chinesisch was sowieso kein normaler Mensch braucht. Sie erhalten von uns 8 Modifikationen ihres Körpers von denen Sie 4 sofort und 4 innerhalb des nächsten halben Jahres. Sollten Sie sich aus unerfindlichen Gründen für den Abbruch des Programmes entscheiden, indem sie nicht alle Veränderung innerhalb des nächsen halben Jahres ausführen lassen, droht Ihnen eine Vertragsstrafe von 100.000€. Weiter schreibt der Vertrag vor, dass ein Aufenthalt in einer unserer Bildungseinrichtungen nötig ist. Sie verstehen sicherlich, alle Veränderungen müssen von unseren Ärzten auch nachuntersucht werden und dies ist die einfachste und sicherste Weise. Während der Genesungszeit werden wir Ihnen auch verschiedene Kurse zur Verfügung stehen, in denen Sie z.B. lernen werden wie Sie richtig gehen. Der letzte wichtige Punkt im Vertrag besagt, dass alle von uns ausgeführten Dienstleistungen und die dafür verbauchten Materialien Ihnen vollkommen kostenlos zur Verfügung gestellt werden. Als Gegenleistung erhalten wir von Ihnen Dienstleistungen wie z.B. Antworten auf Fragebögen, Belastungstests, Urinproben und so weiter, Sie können sich ja vorstellen wie weit die Pallette reicht, und das Recht alle Einkünfte aus Aufzeichnungen zum Wohle des Institutes, somit auch zu Ihrem Wohl zu verwenden.“ Konnte Sie nicht endlich fertig werden? Schon wieder empfand ich diese tiefe Hitze in mir, genauer gesagt zwischen meinen Beinen. Alles pulsierte. In diesem Moment war es mir vollkommen egal was in diesem Vertrag stand. Ich wollte nur unterzeichnen um mich dann schnellstmöglich perfektionieren zu lassen. Einfach meine Unterschrift setzen und dann… „Das wars schon, und ging doch viel einfacher als den ganzen Vertrag zu lesen finden Sie nicht?“, beendete Frau Scharfenstein ihre Erklärung. „Ja natürlich!“, stimmte ich zu. „Da wäre noch eine Kleinigkeit die ich gern mit Ihnen unter vier Augen geklärt hätte.“ Sie schaute etwas abschätzig zu Markus herüber. Er stand auf und verließ den Raum. Jetzt waren wir ungestört, was mir sehr passte, da ich nun nicht mehr aufpassen musste um keine lauten Einwände von Markus zu erhalten. Jetzt konnte ich ganz ich sein, mein neues ich, billig und geil.„Wir haben seit zwei Tagen ein neues Projekt ins Leben gerufen, quasi als Ergänzug zur Studie, da wir in den letzten Monaten feststellen mussten, dass die meisten Frauen mehr als besagte 8 Modifikationen benötigen um sich als entgültig perfekt anzusehen. Wir bieten Ihnen daher eine Zusatzvereinbarung zu diesem Vertrag an“, Sie zog erneut etwas aus ihrer Schublade, diesmal aber nur wenige Seiten, „in der Sie und wir Offenheit für eine spätere Vertragsänderung bekunden. Wir genau diese aussehen werden können somit zu einem späteren Zeitpunkt verhandelt werden. Ich kenne Sie noch nicht sehr lange, aber ich denke, dass sie eine Frau sind, die sich gern alle Möglichkeiten auf mehr offenhält. Was halten Sie davon?“ Ich zögerte, sollte das eine Falle sein um letztendlich doch noch Geld aus der Studie rausschlagen zu können? Ich meine entwas merkwürdig war es ja schon. Welches normale gewinnorientierte Unternehmen führt teuere plastische Chirurgie durch gegen die Ausfüllung eines Fragebogens. „Ich nehme an diese weiteren Veränderungen kosten mich dann eine ganze Stange Geld?“, fragt ich Frau Scharfenstein frei heraus. „Nein natürlich nicht, Sie erklären sich nur bereit weiter besagte Gegenleistungen zu erbringen und auch weitere Zeit in einer unserer Bildungseinrichtungen zu verbringen mehr nicht.“ Konnte ich ihr trauen? „Natürlich können Sie gern den Vertrag lesen, wenn sie wollen.“Dies tat ich auch eine Stunde brauchte ich für die drei doppelseitigen Blätter der Zusatzerklärung. Mein Kopf rauchte. Alles was sie gesagt hatte stimmte, keine faulen Tricks oder Ähnliches. Ich vertraute ihr somit las ich den dreißigseitigen Vertrag nicht, weil ich auch mental nicht mehr in der Lage gewesen wäre. Frau Scharfenstein reichte mir einen goldenen Füller und ich unterzeichnete den Vertrag und die Zusatzvereinbarung. Markus wurde wieder hereingebeten. Frau Scharfenstein gratulierte mir. „Sie haben jetzt wie im Vertrag vorgeschrieben, 4 Wochen Zeit um ihr Leben soweit umzustellen, dass sie in eines unserer Bildungsinstitute ziehen können. Damit meine ich soetwas wie die Abmeldung des Autos, die Aussetzung von etwaigen Darlehensverträgen und und und. Sollten Sie schneller mit Ihren Geschäften fertig sein, rufen Sie mich einfach an.“, sie gab mir eine pinke Visitenkarte und ein Merkblatt auf dem noch einige wichtige Details standen.Auf dem Weg nach Hause besprach ich mit Markus was ich alles noch zu tun hätte. Es war erstaunlich wenig. Kein Wunder, als 19-jährige Studentin hatte ich noch nicht viele Verträge in meine Leben abgeschlossen. Ich überlegte sowieso schon seit längerer Zeit mein Studium zu schmeißen, da ich gemerkt hatte dass Biotechnologie einfach nicht das Richtige für mich war. Bei dem Einkünften von hätte ich sogar meinen Mini-job aufgeben können, den ich eher zum Spaß als wegen einer Pflicht machte. Ich wollte so schnell wie nur irgend möglich anfangen, also rief ich meine Eltern an und fragte görükle escort ob Markus und ich heute zu Abendessen vorbeikommen könnten. Sie freuten sich, weil wir seitdem ich mit 17 zu Markus gezogen war nur wenige Male bei im Jahr ihnen hereinschauten. Wir fuhren ersteinmal zu uns nach hause. Packen musste ich nichts, da auf dem Merkzettel stand, das Einzigste was ich mitbringen solle, war mein Führerschein, Personalausweis und Reisepass bzw andere passähnlichen Dokumente falls vorhanden. Ich war so geil und fiel, kaum dass die Wohnungstür ins Schloss gefallen war über Markus her. Es war der geilste Sex den ich je hatte und auch Markus schien mehr Freude daran zu haben als sonst.Am Abend fuhren wir dann zu meinen Eltern. Während des Abendessens erzählte ich meinen Eltern, wie schon vorher mit Markus ausgemacht, dass ich eine Amerika-Rundreise gewonnen hätte, es aber noch ungewiss wäre ob die Reisezeit ein halbes Jahr oder länger betrage und ich deshalb mein Studium auf Eis legen würde, denn solch eine Chance Lebenserfahrungen zu sammeln würde ich nie wieder in meinem Leben bekommen. Ich hatte sie im Sack! Diese Chance der Bildung begrüßten meine Eltern sehr. Meine Eltern sind sehr konservative Menschen, in ihren Augen muss ein Mensch der nicht studiert hat viel mehr können als jemand der studiert hat, um auch nur annähernd vergleichbar zu sein. Noch auf dem Nachhauseweg rief ich Frau Scharfenstein an um abzuklären, dass ich schon ab morgen Zeit hätte. Sie meinte, dies wäre sehr kurzfristig, aber sie bekäme dies schon geregelt und erwarte mich morgen 8:30 in ihrem Büro. Somit hatte ich auch diesen Punkt abgehakt und dem Beginn meiner Reise stand nichts mehr im Weg.Erneut überkam mich diese zutiefst ehrliche Geilheit. Markus schlief schon neben mir, aber ich konnte einfach nicht. Vor meinem geistigen Augen tauchten wieder diese Bilder von Frauen auf die durch massive chirurgische Eingriffe zu Sexpuppen geworden waren. Ich wälzte mich eine halbe Ewigkeit. Meine Hand rutschte in meinen Slip. Ich wollte es mir tatsächlich selber machen. Das war höchst untypisch für mich, war meine Ansicht doch immer Selbstbefriedigung ist ein absolutes No-go. Bis vor einigen Wochen wäre mein Antwort auf die Frage, wer diese von Lust durchzogene Frau ist, „ein Schlampe“, gewesen. Aber jetzt konnte ich einfach nicht anders. Also wollte ich gerade meinen Finger in mich stecken und rechnete dabei mit Widerstand meines Körpers. Vielleicht zur Erklärung, ich werde nie so wirklich feucht, man kann schon eher sagen, ich bleibe meist trocken wie die Wüste Sahara. Aber jetzt war alles anders! Mein Finger flutsche in mich hinein wie ein Stück Seife einem beim Händewaschen aus der Hand rutschte. Ich grunzte vor Erregung. Die Bilder wurden aber nicht weniger oder verschwanden. Nein, immer schneller und immer mehr solcher Vorstellungen zuckten durch mein Hirn. Es war wie als hätte ich Drogen genommen. Es musste so sein! Meine neue Droge war Sex!!! Ich war die Decke weg und schwang mich auf Markus. Dieser wachte benommen und vielleicht auch etwas erschrocken auf. „FICK MICH!“, flüsterte ich ihm ins Ohr. Sein Schwanz wurde sofort hart und ehe ich mich versehen konnte steckte er in mir. Kein mühevolles Fummel, kein stückweises Vortasten bis er endlich Zentimeter für Zentimeter weiter in mich kam. Einfach zack und er war in mir. Es war eine Wohltat! Die Wahrheit war nicht er fickte mich, sondern ich fickte ihn. Nachdem wir beide vor Befriedigung ausgelaufen waren machten wir es noch 3 weitere Mal. Es war erneut eine unglaubliche Nacht und das obwohl meine Veränderung noch gar nicht begonnen hatte, oder etwa doch?„Guten Tag Frau Baur, es freut mich sehr sie so schnell wiederzusehen.“, begrüßte mich. Die Leiterin des Institutes, Frau Scharfenberg. „Bitte folgen Sie mir, ihren Freund benötigen wir nicht mehr.“ Sie stand vor einer zweiflügligen Krankenhaustür vor der eine dicke pinke Linie den Boden veredelte. „Ab hier ist der Zugang nur für Probandinen und Mitarbeiter gestattet.“ Ich schlung meine Arme um Markus und drückte meine Lippen fest auf seine. Unsere Zungen wanden sich fest und heiß. In dem Moment wurde ich schon wieder feucht zwischen meinen Beinen und ein Tropfen der Lust bahnte sich den weg auf den Stoff meines Slips. „Ich werde die Schlampe deiner Träume werden“, flüsterte ich ihm ins Ohr und überschritt dann die pinke Linie. So nüchtern und kühl die Empfangsräume waren, so gegensätzlich war es hier. Der Inneneinrichter musste den Auftrag gehabt haben alle Variationen der Farbe Pink zu verwenden. Alles und ich meine wirklich alles war in Nuttenpink gehalten. Man führte mich in einen gefließten raum, wie sollte es auch anders sein, erneut in Pink.Eine Frau in einem hellrosanen Arztkittel betrat den Raum, auch sie wäre von keinem Mann von der Bettkante gestoßen worden. „Miss Baur, ich bin Doktor Blender, wir müssen zunächst ihre Maße nehmen um ihre neue Kleidung anfertigen zu können und um am Ende Ihres Aufenthaltes einen Vorher-Nachher-Vergleich anstellen zu können. Also bitte entkleiden Sie sich hier komplett.“ Ich schaute sie an und wartete darauf, dass sie sich umdrehte, aber es geschah nichts. Ihr Gesichtsausdruck wechselte von dem freundlichen Lächeln zu anfangs zu einem bösen Blick. „Prüde Frauen sind falsch hier, na wird’s bald!“ Sofort ließ ich meine Jeans heruntergleiten und warf mein T-shirt auf den Boden, wie befohlen. „Ich sagte alles!“ In dem Moment muss ich sie ganz schön verdutzt angesehen haben aber ich wusste wirklich nicht was ich jetzt schon wieder falsch gemacht haben sollte. Jetzt riss ihr, ohnehin schon von vornherein, recht dünner Geduldsfaden. Sie stellte sich vor mich, zog mir mit einer heftigen Bewegung den Slip bis zu den Knöcheln und ließ den Verschluß meines BHs aufschnippen nur um mir ihn sofort vom Leib zu reißen. Jetzt stand ich splitterfaser nackt vor ihr. Es war mir etwas peinlich. In Zukunft würde ich wohl versuchen ihre Anweisungen schneller und besser umzusetzen. Die Doktorin zog ein Maßband aus ihrer Tasche und fing an mich zu vermessen und notierte…Größe 1,70, kleiner C-Cup, Bauch: 67cm, Po: 80cmNachdem sie diese und noch einige weitere merkwürdige Maße genommen hatte, wie z.B. Nasenloch-Durchmesser oder Brustzwischenraum, dachte ich wir wären fertig und hatte mich schon gebeugt um meine Sachen aufzuheben. „Stopp! Du denkst wir sind schon fertig?“, ich nickte stumm nach unter schauend. „Ha! Du hast auch wirklich gar keine Ahnung! Naja du kannst ja nichts dafür, deshalb bist du ja hier, um zu lernen. Das war erst der erste Teil der Maße die wir benötigen. Also stell dich mal schön weit gespreizt hin damit ich weitermachen kann.“ Sie notierte jetzt weiter:Vagina-Länge um ruhigen Zustand: 5cm, Vagina-Breite im Selben: 1,25cm, Poloch-Durchmesser im Selben: 1cmEs war schon ganz schön verrückt! Nachdem sie diese 3 Werte genommen hatte bursa escort bayan erfüllte ich die Kriterien auf ihrem Zettel schon fast nicht mehr. Ich war eindeutig in keinem ruhigen Zustand mehr. Meine Vagina fing an zu glitschen. Das bemerkte sie und verließ kurz den Raum um nur wenige Sekunden später mit einem Eimer wiederzukommen. Doktor Blender hatte den Raum kaum wieder betreten da schüttete sie mir den Eimer mit eiskaltem Wasser schon entgegen. „So jetzt können wir weitermachen, wir wollen doch realistisch Werte.“, sagt sie und zwinkerte mir zu. Von einem Tisch den ich bis jetzt noch gar nicht bemerkt hatte nahm sie einen gepolsterten Dildo mit einem Blasebalg am Ende. Er war recht kurz, vielleicht 8 cm, und auch vom Durchmesser her hatte ich schon größeres in mich aufgenommen. „Jetzt nicht verkrampfen.“ Mit einem leichten Ruck schob sie mir den, ordentlich mit Gleitgel bedachten, Dildo in meine Vagina. Er flutsche ohne Probleme hinein. Ich musste mich jetzt schon wieder leicht darauf konzentrieren nicht sofort wieder geil zu werden. „Ich werde jetzt den Innendurchmesser aller deiner Löcher nehmen. Dafür werde ich so lange pumpen bis der Dildo dich richtig ausfüllt. Du sagst mir bitte wann dieser Zeitpunkt erreicht ist, ok?“ Ich nickte. „Und gnade dir Gott, du versuchst mich zu betrügen!“ Kräftig zerquetsche sie immer wieder aufs Neue den Balg des Phalluses und zählte laut mit. Bei 10 wurde sie schon etwas langsamer und achtete mehr auf mich. Bei 14 kniff ich meine Augen etwas zusammen, aber sagte nichts, mit der Zahl 17 war dann endgültig schluss und ich sagte ihr mehr würde nicht mich hineinpassen. Daraufhin drückte sie nochmal zweimal kräftig zu und notierte den Wert 19. „Dass ihr euch aber auch wirklich immer alle unterschätzt.“ Dann ließ sie die Luft aus dem Ding und zog ihn aus mir heraus. Dieselbe Prozedur wiederholten wir bei meinem Po-Loch und ich erhielt den Wert 8. Zum Schluss zog sie den Dildo wieder aus mir heraus, diesmal aber ohne vorher die Luft abzulassen. Ich zog schockartig Luft ein. Die Doktorin nahm ein Tuch und reinigte den Kunstpenis. Endlich waren wir fertig. „So und jetzt schön aaaaaaahh sagen.“ Ich tat das, aber was wollte sie von mir? Jetzt steckte sie mir doch nicht etwa das Ding auch noch in den Mund und pumpte wieder. Hier erhielt ich eine 23. Ich hatte schon immer eine ganz schön große Klappe *grins*. Nachdem sie die Werte notiert hatte warte ich noch immer brav auf weitere Anweisungen. Sie schaute mich schmunzelnd an und sagte bevor sie den Raum verlies: „Du wirst gleich abgeholt, kleide dich ruhig schon mal wieder an.“Zehn Minuten später öffnete sich die Tür und eine schlanke aber dafür mit äußerst hervorstechenden Weiblichkeitsmerkmalen ausgestattete Frau betrat den Raum. Nicht, dass mein jetziger Geilheitszustand ausgereicht hätte, nein durch den Anblick dieser geilen Alten wurde mir noch heißer zwischen den Beinen. „Frau Baur, bitte folgen Sie mir! Ich bin Schwester Anni.“, sagte sie mit bestimmter Stimme. Sie führte mich durch einen langen Flur, welcher so lang war, dass die Wände am Ende zusammen zu laufen schienen. Auch hier war wieder pink angesagt. Zu meiner Verwunderung hatte der Flur doch ein Ende an dessen sich ein Fahrstuhl befand. Ich hatte bis jetzt noch keinen Mux gesagt. Einerseits aus Respekt, andererseits aus Angst dafür unaufgefordert zu sprechen eine Strafe zu erhalten. Ich war so neugierig, was würde nun folgen? Wann dürfte ich endlich meine Veränderungen auswählen? Ich war ja jetzt frei in meinen Entscheidungen und ich wusste ich würde dieses Institut ausnehmen, so lange bis ich eine perfekte Bimbo-Schlampe war! In diesem Moment, als hätte sie meine Gedanken hören können, drehte sie sich um. „Ich bringe Sie jetzt zu unserer plastischen Chirurgin. Sie und ihre Assistentin wird mit Ihnen einen Fragebogen ausfüllen auf dessen Basis, Ihnen Modifikationen Ihres Körpers vorgeschlagen werden. Ich rate Ihnen sein Sie ehrlich!“ Endlich war es soweit! Nur was hatte der letzte Satz zu bedeuten? Warum hätte ich nicht ehrlich sein sollen?Die Tüten öffneten sich und ein neuer endloser Gang erstreckte sich. Hätte ich nicht gewusst, dass wir soeben einige Sekunden Lift gefahren sind, hätte ich geschworen, dass sich die Kabine keinen Zentimeter vom Fleck bewegt hätte. Wir betraten ein Zimmer, das aussah wie ein Verhörraum. Pinke Gummiwände, zwei Stühle, ein Tisch und ein Spiegel der sich über eine komplette Seite des Raumes erstreckte. Mir war natürlich sofort klar, hinter diesem Spiegel steht eine Kamera um all das aufzuzeichnen, was ich hier sagen würde. Anni verließ den Raum nachdem sie mir angedeutet hatte ich solle mich setzen.„Hallo, ich bin Frau Doktor Weinde, aber eigentlich werde ich von allen sowieso nur Miss Bimbo-Maker genannt. Ich werde Sie jetzt zunächst einmal verkabeln und dann füllen wir gemeinsam Ihren Fragebogen aus.“ Was meinte sie wohl mit verkabeln? Ehe ich diesen Gedanken ganz gefasst hatte, stand sie schon mit einem Rollcontainer voll Kabel vor mir. Was noch alles darin untergebracht sein sollte würde ich gleich erfahren. „Sie kennen das ja sicherlich schon. Kleidung ausziehen!“ Wie vorher gelernt zögerte ich diesmal keine Sekunde und entkleidete mich bis auf die nackte Haut. Dabei fiel mir auf, dass ich schon ganz schön feucht zwischen meinen Beinen war. Hoffentlich würde es Miss Bimbo-Maker nicht merken.. „Sehr schön. Jetzt legen Sie sich bitte auf bäuchlings auf den Tisch.“ Gesagt getan schon lang ich auf dem Tisch. Der kühle Stahl erregte mich noch mehr. Während ich damit beschäftigt war meine Geilheit zu kontrollieren kramte die Doktorin in ihrer Kiste. „Ich werde Ihnen jetzt einen schönen großen Vibrator in Ihre Fotze einführen und ich will dabei keinen Mux von Ihnen hören.“ Sie schob mir den riesigen Fallus kinderleicht in meine Möse. An ihrem verwunderten „oh“ konnte ich ihr Erstaunen ausmachen. „Nun setzen Sie sich bitte wieder und bevor Sie fragen ja auf den kleinen Schwängel.“ Ich setzte mich auf den Stuhl und wie erwartet glitt er noch etwas tiefer in mich hinein. Ich war einfach nur glücklich! Würde sie jetzt noch die Vibration auf die höchste Stufe stellen, so würde ich gern einige Tage hier bleiben. Aber was geschah jetzt? Sie griff in wieder in ihren Kasten und holte etwas mir unbekanntes heraus. „So gleich sind wir soweit. Ich bringe Ihnen jetzt noch ein paar Nippelclips an und dann sind wir startklar.“ Die Flächen der Klips pressten mein Fleisch unangenehm zusammen, doch nach den ersten Sekunden der Schockstarre machte mich auch dieses Gerät nur geiler. „Passen Sie auf ich erkläre Ihnen wie unsere Fragestunde ablaufen wird. Ich werde Ihnen nun einige Fragen stellen. Im allgemeinen werden dies Fragen zu Ihrer aktuellen Gefühls- und Mentalsituation sein. Um den Wahrheitsgehalt diese Befragung zu erhöhen habe ich Ihnen meine kleinen Helfer angelegt. Sie können Ihnen Lust bereiten für Antworten die mir gefallen und mich und jeden Leser des Protokolls geil machen. Sie können aber auch Schmerzen verursachen sobald ich merke dass sie nicht die Wahrheit sagen. Also bedenken Sie was Sie sagen.“Bei gefallen mehr

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Selam ben Mert 27 yaşında evliyim başımdan geçen olayı anlatacağım.
Yaklaşık 18 yaşındayken bi yerde çalışıyordum. Patronun oğlu arada
dükkana gelirdi. Bi gün bodrum kata indik. Laflarımız karşılaştı bana
seni sikerim dedi bende sikemezsin falan dedim. Yarağını çıkardı
muhteşem bi yarağı vardı. Neyse aradan yıllar geçti ben evlendim.
Evlendim ama yıllardır onun yarağı hep aklımdaydı. Onu yalamak
istiyordum bi gün dükkanda sexten konu açıldı baktım tahrik oluyor.
Elime fırsat geçmişti hergün sexten konu açıyordum. Tahrik olduğunu
görüyordum sertleşiyordu da. Bi gün dedim ki asker arkadaşlarım gelecek.
Onlarla grup yapacaz dedim. Oda bana bende geleyim dedi bende olmaz
dedim yengen olmasaydı olurdu dedim. Oda bana bir şey olmaz dedi.
İstediğim cevabı almıştım. Sıra karımı ayartmaya gelmişti ama henüz 2
aylık evliydim. Karımı her gece öyle sikiyordum ki çıldırtıyordum.
Kulağına fısıldamaya başlamıştım patronun oğlunu, karım utanıyordu ama
istekli olduğunu hissediyordum. Patronun oğlu kocaeli escort akşama hazırlanın sinemaya
götüreyim sizi dedi. Akşam oldu biz hazırlandık bizi aldı ve yola
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gittim. Bana sen arabayı kullan ben arkada karını sikicem dedi. Bende
hayır olmaz dedim. Hazır değil dedim. Sana kalırsak bu iş olmaz dedi.
Karımın yanına oturdu ve bende arabayı kullanıyordum. Bi süre sonra
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eve geri dön dedi eve geldik. Evde yatak odasına geçtik. Karımı tek tek
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Karımın çıkardığı zevk iniltileri patronun oğlunu daha da kamçılıyordu.
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korkuyordu, yalvarıyordu canım çok acıyacak diye oda korkma karıcığım,
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yaklaştım ve karımın amını yalamaya başladım korkma karıcım bi daha
böyle yarak bulamazsın diye teselli ediyordum. Bu arada patronun oğlu
yanımızda dikiliyordu ve yarağı taş gibi karşımda duruyordu. Yarağını
kavrayıp okşamaya başladım bi yandan da karımın amını yalıyordum. Sonra
elimdeki yarağa dönerek ağzıma aldım ve karıma dönerek bu yarak
yenilmezmi dedim. Amacıma ulaşmıştım patronun oğlunun koca yarağı
ağzımdaydı artık ve onu karım için hazırlıyordum. Ağzımda daha da
büyümüştü sanki artık ağzıma sığmaz olmuştu. Öyle güzel yalanıyordu ki
bu yarağa götümü siktirmemek için zor tutuyordum kendimi ama canım yanar
korkusuyla yapamadım izmit escort bayan ve koca yarağı ağzımda patlattım. Volkan gibi
fışkırıyordu hepsini yalayıp yuttum. Boşalması bitmişti ama hala
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karımdaydı. Karıma dönerek amcığını yalayıp ıslattım ve aradan çekildim.
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hamlede tamamını soktu. Artık karım patronumun oğlunun olmuştu. Amından
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l’aventure de Iméne Alger 3l’aventure de Iméne Alger 3l’histoire continueLe lendemain après les cours, je rentre chez moi préparer quelques affaires pour allez chez Ikram, mon père était de retour de sa mission, et avait accepter de m’accompagner chez Ikram le soir venu.arriver chez Ikram, je salut ses parents et sont unique frère Mourad, c’etait un jeune homme de 18 ans, il était dans le même lycée que nous et passer son Bac, il était assez mignons dans son genre, un peut potler mais pas gros, avec un petit bidon tout mignon, bref c’était un beau brun bien portant ….après le dîner, nous somme dans la chambre de Ikram (Chez Ikram c’était chaqu’un sa chambre, il habitait une maison à étages, avec un petit jardin ….)on discutait un peut de tout et de rien, nous n’avons pas aborder les sujets de la veille ce jours là, puis on est allez dormirmilieux de la nuit je me réveille avec une folle envie d’allez au petit coin, je me lève et je marche discrètement sans faire de bruit pour ne réveiller personne, je me dirige vers la salle de bain, qui était allumé (c’était de leur habitude de laisser la lumière allumé dans la salle de bain) la porte était légèrement ankara escort entre-ouverte. Il y’avait Mourad à l’intérieur, il était Torse-nue, vêtu d’un caleçon bien moulant qui laisser apparaître les contours de ses fesses, et les trait qui dessiner son sexe masculin, ses jambes et ses bras ainsi que son ventre laisser apparaître une légère toison.n’osant pas entrer évidement j’entreprend de descendre vers les toilettes du bas, c’est là que Mourad enlève son Caleçon pour prendre une douche. je restait ébahis devant cette scène, je découvre Mourad le beau brun dans la tenus d’Adan, son sexe tout en vigueurs bien épilé, qui pendouille, j’avais comme la chaire de Poule en regardant Mourad. il rentre dans la douche et tire le rideau de douche …. je ne vois plus rien, je descend faire mon petit pipi et je remonte vers la chambre de Ikram, j’ai décidé de jeter un dernier coup d’œil pour voir ou en est Mourad, il avait fini de prendre la douche et était entrain de s’essuyer, cette situation de petite voyeuse m’exciter faut dire aussi que Mourad avait un bel engin logé entre ses cuisse, je retourna dans la chambre, me mis dans le lit pour me rendormir, et escort ankara les pensés commencent a fusé dans ma tète…. Mourad tout nue, la main qui palpait mes fesses, ma main sur la bite de Fouad la veille, l’excitation reviens, je me suis mise à penser encore une fois à Mourad, je sent mes seins qui durcisses et mes tétons qui pointent, cette petite chaleurs m’envahis a nouveau, je glisse une main dans ma culotte pour voir si je mouille pas, je commence à mouiller effectivement, ….. cette sensation me reviens, mais cette fois je n’ai pas à avoir peur de me faire prendre ni de rougir et j’était sous la couette dans le noir au milieux de la nuit et tout le monde dormais à point fermé (sauf Mourad bien sure)…., j’ai décider d’aller jusqu’au bout, et je commence à me caresser ma chatte doucement et délicatement, je frémissais à chaque fois que je frôle ma vulve, la sensation de chaleur augmenter de plus en plus et l’excitation est à son comble, je met mon autre main sur mes seins en les palpant aussi tendrement et en prenant parfois aussi du bout des doigts mes tétons pour les pincer légèrement, je mordillais mes lèvres, et je continuais à me caresser ankara escort bayan de plus en plus vite en pensant à Mourad à son beau sexe en même temps j’imaginer ma main tenir son sexe comme je tenais celle d’un inconnu la veille, l’excitation est a son comble, très vite j’assouvis ma soif de désir, je me tortille de plaisir, et je dégage un souffle bruyant, ayant peur de réveiller Ikram, je me fige dans ma position, allongé légèrement sur le coté, j’avais pas fait attention à Mourad qui passait par là en revenant a sa chambre qu’au dernier moment, je pense qu’il avait entendu, il regarda à travers la porte, je fait semblant de dormir, il referma la porte légèrement.Au matin, lors de notre petit déjeuné, nous avions presque fini, Mourad nous rejoint moi et Ikram, nous salut gentiment, il lance un petit regard pas habituelle en vers moi avec un petit sourire (qui avait l’aire de dire : j’ai tout vue) et me dit ” Alors bien dormis Iméne ?”. Je sentait que j’ai rougis un peut et j’ai répondu ” une excellente nuit ” en lui rendant son sourire vicieuxje n’avais plus à cacher ni a nier ce qu’il a vue et entendu nous prenons le chemin du lycée tout les 3 ensemble, on discute de tout et de rien, on échange de quelques regard vicieux entre moi et Mourad dans le dos de Ikram, je crois que je lui plait, il me plait aussi***\\\dans le prochain épisode : -Mourad m’embrasse et …….-///***

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Kemal bana izmit escort yanaştıkça ben de sarhoş
numarası ile ona yakınlaşıyordum. Sikini bir anda tenimde
hissettim. O kadar iri bir siki hayatım boyunca ilk defa gördüm.
Bir anda gözlerim büyüdü ve ben de ellerime alarak onu yalamaya
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bilmiyorduk. O iri sikini bir anda benim dolgun olan götüme soktu.
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Onun siki beni o kadar hızlı boşalttı ki ilk defa bu kadar hızlı
oldum.

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Feinstrumpfhosenliebhaber, eine wahre Geschichte

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Feinstrumpfhosenliebhaber, eine wahre GeschichteWas der Auslöser für meine Vorliebe für Feinstrumpfhosen war kann ich heute nicht mehr sagen. Ich war gerade 14 Jahre alt, als ich zum ersten Mal aus meiner Mutter ihrem Wäschekorb eine Feinstrumpfhose genommen habe. Sie hatte damals leider nur die günstigen von Aldi, aber es war trotzdem ein geiles Gefühl, als ich zum ersten Mal meinen Schwanz damit berührt habe. Meine Freundinnen die ich später hatte trugen zwar alle des Öfteren Feinstrumpfhosen wenn wir ausgingen, aber beim ficken waren wir immer nackt. Deshalb genoss ich um so mehr das Vorspiel, denn da konnte ich ja die bestrumpften Beine noch streicheln und massieren. Meine Frau, mit der ich seit 37 Jahren verheiratet bin trägt ab und zu Halterlose und ganz selten auch mal eine Feinstrumpfhose ohne Slip. Sie macht das aber leider nur mir zuliebe und nicht, weil sie auch Nylongeil ist. Wenn wir ausgehen und ich selbst eine Feinstrumpfhose trage akzeptiert sie das und massiert mir im Auto oder im Lokal auch meinen Schwanz durch die Hose. Zu Hause angekommen wichst sie meinen Schwanz dann ein paar Mal durch die Strumpfhose und sagt dann, ich will dich jetzt nackt, ich möchte Haut spüren. Vor ca. 12 Jahren ging ich mit einem Freund in ein Tanzlokal. Der Kellner brachte und an einen Tisch, an dem 2 Frauen saßen. Beide wurden öfters zum Tanzen aufgefordert und wir blieben alleine sitzen. Immer wenn sie an den Tisch zurück kamen sah ich, dass die Frau, die mir gegenüber saß eine schwarze Feinstrumpfhose trug. Nah ca. 1 Std., bei einer Damenwahl fragte sie, ob ich denn mal mit ihr tanzen würde. Wir gingen auf die Tanzfläche und sie stellte fest, dass ich sehr gut tanzen könne. Wieder zurück am Tisch kamen wir in ein sehr angeregtes Gespräch. Auf die Frage wie lange ich noch bleibe, erzählte ich ihr, dass ich Fernfahrer bin und mit dem LKW hier bin. Ich muss nur noch bis zum Parkplatz gehen und bin dann quasi schon im Bett. Als wir dann später zusammen das Lokal verließen fragte wie weit es bis zu meinem LKW ist. Ich sagte, es sind nur 5 Min. zu gehen. Ich habe meinen PKW hier stehen und ich kann dich fahren. In freudiger Erwartung nahm ich das Angebot an. Am LKW angekommen fragte sie, ob sie ihn denn auch von innen ansehen darf. Ich ließ sie auf der Beifahrerseite einsteigen. Sie war ganz begeistert und fragte, ob ich sie einmal auf eine Tour mitnehmen kann. Kein Problem. Wir unterhielten uns noch kurz, dann meinte sie, da sie noch 1 Std. bis nach Hause fahren muss, es wird Zeit sich zu verabschieden. Mit einem sehr geilen Zungenkuss, bei dem ich zum ersten Mal die Gelegenheit hatte, ihre bestrumpften Beine zu streicheln, verabschiedete sie sich. Nicht ohne mir noch ihre Telefonnummer zu geben. 1 Woche später rief ich an und sagte: Ich kann es einrichten, dass ich heute Abend bei dir sein kann. Sie freut sich sehr und gab mir ihre Adresse. Als sie mir die Tür öffnete, stand sie in einer weißen Bluse, einem knielangen schwarzen Rock und einer hautfarbenen Feinstrumpfhose vor mir. Sie wiederholte gen geilen Zungenkuss von der Vorwoche und sofort spürte ich, wie mein Schwanz hart wurde. Nachdem wir einen Kaffee getrunken hatten dauerte es nicht lange bis wir nebeneinander auf dem Sofa saßen und anfingen uns zu küssen und maltepe escort zu fummeln. Es war irrsinnig geil, als ich anfing ihre bestrumpften Beine zu streicheln. Langsam fuhr ich mit den Fingerspitzen an den Innenseiten auf und ab. Ich zog ihr die Schuhe aus und fing an ihre Füße zu massieren. Es schien ihr sehr zu gefallen und ich wurde mutiger. Ich hob einen Fuß hoch und begann ihre Fußsohle zu lecken. An den Zehen angekommen, öffnete ich den Mund und fing an die Zehen zu saugen. Ich spürte, wie mein Schwanz immer größer und härter wurde. Irgendwie schaffte sie es, meine Hose zu öffnen und meinen Schwanz herauszuholen. Sofort fing sie mit langsamen Wichsbewegungen an. Ich legte sie auf das Sofa und stellte mich seitlich daneben. So konnte ich weiter ihre Strumpfhose lecken und sie meinen Schwanz wichsen. Als ich mit meiner Zunge am Spickel ankam, zog sie mich an meinem Schwanz langsam nach oben zu ihrem Mund. Sie sagte, gleiches Recht für alle und schon hatte sie meinen harten Schwanz im Mund. War das geil, meine Zunge und Finger auf ihrer Feinstrumpfhose und mein Schwanz in ihrem Mund. Ich musste mich zusammennehmen, damit ich nicht gleich abspritzte. Leider trug sie noch einen Slip und ich konnte ihre Fotze nicht sehen. So nahm ich einfach den Spickel zwischen die Zähne und riss ein Loch in die Strumpfhose. Ich zog den Slip zur Seite und sah dunkelbraune nasse Schamhaare. Ich drückte meinen Kopf zwischen ihre Schenkel und drückte meine Zunge auf ihre nasse Spalte. Jetzt war ich es, der sagte, gleiches Recht für alle. Ich fing an zu lecken und zu saugen was das Zeug hielt. Sie stöhnte so sehr, dass sie meinen Schwanz aus ihrem Mund verlor und ich konnte die Stellung etwas verändern. Nun kniete ich zwischen ihren Schenkeln. Sich strich mit den Händen wieder über ihre Beine nach oben. An der Fotze angekommen schob ich ihr zwei Finger hinein und in diesem Moment kam es ihr wie wild. Ich ließ sie kurz Atem holen und wichste etwas an meinem Schwanz, nicht ohne ihn nebenher an der Strumpfhose zu reiben. Als sie wieder bei Atem war, sah sie mich an und sagte, bitte fick mich jetzt, ich möchte deinen Schwanz in meiner Fotze spüren. Durch das Loch in der Feinstrumpfhose, am Slip vorbei, schob ich meinen Schwanz langsam in ihre nasse Fotze. Ein kurzer geiler Fick begann. Nach wenigen Stößen spürte ich, wie der Saft in meinen Eiern hochstieg. Ich zog meinen Schwanz heraus und wichste ihr den ganzen Saft auf die Feinstrumpfhose und auf ihre Fotze. Mit den Fingern rieb sie sich die Sahne auf ihren Kitzler und kam so zum zweiten Mal an diesem Abend. Erst jetzt zogen wir uns aus, gingen zusammen unter die Dusche und danach schliefen wir glücklich nebeneinander ein. Am nächsten morgen wartete ich darauf, dass sie irgendetwas sagt wegen der zerrissenen Strumpfhose und weil es mich so geil machte, sie zu lecken. Sie sagte aber nichts und ich dachte, dann hat es ihr auch gefallen. Eine Woche später besuchte ich sie wieder. Zu meiner Enttäuschung sagte sie, dass sie noch einmal weg muss. Sie arbeitet nebenher als Bedienung und der Wirt hat am Nachmittag angerufen und gefragt, ob sie heute Abend noch 2 bis 3 Std. aushelfen kann. Kein Problem sagte ich, dann warte ich eben bis du wieder hier bist. Das freute sie und sie sagte: pendik escort Ich komme so schnell es geht zurück. Sie ging und ich hatte Zeit, mich in der Wohnung umzusehen. Was ich suchte hatte ich schnell gefunden. Im Nachttisch in der oberen Schublade lagen sie. Feinstrumpfhosen in verschiedenen Farben. Frisch gewaschene und noch ganz neue. Ich nahm eine hellbraune heraus und roch an ihr. Obwohl sie frisch gewaschen war, dachte ich, ich rieche ihren Duft. Unter der Schublade war noch eine Klappe. Ich öffnete sie und glaubte ich sehe nicht recht. Ich fand einen Stapel ältere Pornomagazine und einen Vibrator. Beides nahm ich heraus. Zusammen mit der Feinstrumpfhose ging ich zurück in das Wohnzimmer. Auf dem Sofa überlegte ich, was ich mit den gefundenen Sachen anstellen kann. Ich zog mich nackt aus und zog mir ihre Feinstrumpfhose an. Sie war ziemlich eng und ich hatte Mühe, meinen schon ganz harten Schanz darin unterzubringen. Was für ein geiles Gefühl, ihr Nylon an meinem Schwanz zu spüren. Ich nahm eins der Pornomagazine und fing an es durchzublättern. Nach mehreren Magazine habe ich dann festgestellt, dass es in allen hauptsächlich um Analsex ging. Der Gedanke, dass ich sie in Feinstrumpfhosen in den Arsch ficken darf ließ mich beinahe abspritzen, ohne dass ich meinen Schwanz berührte. Die Magazine brachte ich zurück ins Schlafzimmer. Den Vibrator versteckte ich unter einem Sofakissen und ich legte mich auf das Sofa und deckte mich mit einer Decke zu. Ich muss eingeschlafen sein, denn plötzlich hörte ich wie jemand die Tür aufschloss. Jetzt war alles egal, ich war nur gespannt, wie sie reagiert, wenn sie mich zum ersten Mal in einer Feinstrumpfhose sieht. Sie kam zu mir und gab mir einen zärtlichen Kuss und sagte, es hat leider etwas länger gedauert. Ich legte meine Hand auf ihren bestrumpften Schenkel. Sie drehte sich mit dem Gesicht zu mir und leckte sich über die Lippen. Ich nahm ihren Kopf in die Hände und zog sie zu mir herunter. Jetzt war der Kuss nicht mehr zärtlich, sondern nur noch geil. Meine Zunge fickte ihren Mund und umgekehrt. Dann kam der Moment in dem ich merkte, dass ihre Hand unter die Decke ging. Als sie die Feinstumpfhose spürte, stockte sie ganz kurz und machte die Augen auf. Sie lächelte mich an und ihre Hand wanderte weiter. Ich lag auf dem Rücken und so war es kein Problem für sie, meinen Feinstrumpfhosenschwanz in die Hand zu nehmen und ihn zu massieren. Sie schlug die Decke zurück, sah mich an und meinte, du bist der erste Mann den ich so sehe. Sieht aber sehr geil aus. Ich setzte mich auf und begann ihre Bluse zu öffnen. Danach zog ich ihr den Rock aus. In Feinstrumpfhose, Slip und BH legte ich sie auf das Sofa. Ich legte mich auf sie und so rieb Feinstrumpfhose an Feinstrumpfhose. Nun hatte ich ja noch eine Überraschung für sie. Ich drehte mich um und wir konnten uns gegenseitig lecken. Es war das erste Mall, dass mir eine Frau meinen Schwanz durch eine Feinstrumpfhose hindurch leckte und saugte. Diesen Augenblick werde ich nie vergessen. Ich riss wieder ein Loch in ihren Spickel und schob den Slip zur Seite. Die Fotze war heute noch nasser als das letzte Mal. Ich saugte den Fotzensaft in meinen Mund und fing an ihren Kitzler zu lecken. Auch sie bearbeitete meinen Schwanz auf alle kurtköy escort Arten, mit dem Mund, mit der Zunge und mit den Händen. Ich suchte nach dem Vibrator den ich versteckt hatte. Als ich ihn fand steckte ich ihn ohne Vorwarnung mit einem Stoß ganz tief in ihre nasse Fotze. Sie zuckte als ich ihn einschaltete. Jetzt nahm sie meinen Schwanz in den Mund und wichste ihn nebenher. Das war Zuviel, ich spritzte meine ganze Ficksahne in die Feinstrumpfhose. Während sie die Sahne ableckte kam auch sie zum ersten Mal an diesem Abend. Ich zog en Vibrator aus ihrer Fotze, schaltete ihn aus und legte ihn achtlos auf das Sofa. Ich entschuldigte mich dafür, dass ich abgespritzt habe, ohne sie zu ficken, ich aber nach einer kurzen Pause bestimmt fit bin für eine zweite Runde. Ich kenne einen Trick, wie wir die Pause verkürzen können sagte sie. Dabei zog sie mir die Feinstumpfhose über meinen Arsch herunter. Ich spürte, wie sie meinen schlaffen Schwanz in den Mund nahm und zu saugen begann. Ihre Hand war plötzlich an ihrer Fotze und sie steckte zwei Finger hinein. Dieser Anblick ließ meinen Schwanz schon wieder leicht reagieren. Ihre Hand verschwand wieder. Kurz darauf spürte ich die Hand an meinem Arsch. Sie massierte meine Backen und ich merkte wie sie meinem Arschloch immer näher kam. Während sie immer noch meinen Schwanz im Mund hatte, drückte sie mir langsam einen Finger hinein. Ganz langsam glitt er immer tiefer. Deshalb hatte sie ihre Finger in ihre Fotze gesteckt. Sie zog ihn aus meinem Arsch und ich war schon etwas enttäuscht, als ich merkte was sie vorhatte. Ich hörte den Vibrator surren und kurz darauf spürte ich ihn an meinem Loch. Von ihrem Fotzensaft war es noch gut geschmiert und vorsichtig drückte sie ihn langsam in meinen Arsch. Kaum war er drin spürte ich, wie mein Schwanz wieder zur vollen Größe wuchs. Sie zog meine Feinstrumpfhose darüber. Jetzt bleibt er drin und ich möchte, dass du mich jetzt fickst. Das ließ ich mir nicht zweimal sagen. ich kniete mich zwischen ihre Beine, riss ein Loch in die Feinstrumpfhose und drücke meinen harten Schwanz in ihre nasse Fotze. Sofort begann ich wie wild zu ficken. Ich hob ihre Beine hoch und legte sie auf meine Schultern. So konnte ich sie lecken und mit einer Hand an ihrem Arschloch spielen. Ich war so geil wie noch nie in meinem Leben. Langsam zog ich meinen Schwanz aus ihrer Fotze. Nicht aufhören sagte sie, bitte mach weiter. Ja sagte ich, aber ich will jetzt deinen Arsch ficken. Schon war meine Eichel an der braunen Rosette. Langsam sagte sie, bitte ganz langsam, bis ich mich an deinen Schwanz gewöhnt habe. Es dauerte nicht lange und sie bettelte, dass ich jetzt endlich ihren Arsch ficken soll. Langsam zog ich ihn ein Stück heraus, aber nur um ihn noch weiter hineinzudrücken. Der Dildo vibrierte immer noch in meinem Arsch. Schade, dass du keine zwei Schwänze hast, bei mir ist noch ein Loch frei. Aber sie hatte ja noch ihre Hände. Mit ihren Fingern bearbeitete sie ihre Fotze, während ich ihren Arsch fickte. Plötzlich explodierte in meinem Kopf eine Bombe. Ich zog meinen Schwanz heraus und Spritzte zum zweiten Mal meine Ficksahne auf sie ab. Als der erste Schuss ihren Kitzler traf, kam auch sie noch einmal in einem lauten Orgasmus. Ein halbes Jahr lang besuchte ich sie immer wieder und es wurde uns nie langweilig. Dann änderte sich meine Tour und ich war nicht mehr so oft in der Nähe und der Kontakt brach leider irgendwann ab. Leider habe ich nie wieder so eine Frau kennengelernt.

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La coquine sait recevoir ( chapitre 3 )

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La coquine sait recevoir ( chapitre 3 )Debout nous loin de nous , elle arborait une toute autre tenue qui nous laissa pas indifférents . Entre la Caro de tout à l’heure et celle présente , offerte , que les bas nylon étaient restés sur elle . Elle avait enfilé une mini jupe en skaï très courte , laquelle laissait voir le haut des bas , une brassière décolletée gonflant ses deux magnifiques seins fermée par une fermeture éclair à l’avant . Elle avait chaussé de belles cuissardes noires s’arrêtant pile à quelques centimètres du haut de ses bas . Elle m’avait pas menti auparavant , elle voulait faire sa petite salope et l’effet était totalement réussi . Son coup était fatal , O ne put s’empêcher de lâcher un ” Wouha” d’admiration . Je sentis dans les yeux de Caro qu’elle avait follement envie de s’amuser et de prendre son pied . Dans sa tenue absolument excitante , elle s’avança sans quitter O des yeux et lui fit un petit signe de l’index , lui ordonnant de s’approcher d’elle . Elle le colla contre lui , lui prit les mains et les posa sur ses fesses moulées dans le tissu noir . Ma complicité avec elle me fit comprendre que je devais vite chopper la télécommande de la stéréo et envoyer une danse lascive . Quelques secondes me furent nécessaires pour trouver une playlist sur le net et j’envoyai ataşehir escort la sauce . Je me resservis un verre de ce nectar écossais , m’installa du mieux que je pus et les mata . Caro et O étaient désormais collés . Il pelotait copieusement son cul pendant que , d’un bras elle l’enlaçait et de l’autre lui caressait l’entre-jambe . La connaissant , je savais que cette sulfureuse danse ne durerai pas aussi longtemps que le titre sur lequel ils avaient commencé à danser . Elle l’embrassa , tout en déballant doucement le matériel gonflé par l’excitation . O commençait sérieusement à être à l’étroit dans son boxer . Elle le fit glisser à ses chevilles et il le fit voler à l’autre bout de la pièce d’un précis lancer de pied . Maintenant bien à l’aise , il s’arrêta de tourner sur la musique . Caro n’attendait que ça , elle se mit à genoux devant lui , en prenant bien soin de se positionner dos à moi , de façon à ce que je puisse mater son bel abricot dépassant tout juste de son bandeau de skaï .Elle avait cambré son dos , une main sur les fesses de sa victime l’autre à la base de sa bite . Elle commença par lui lécher le gland , doucement , d’une manière très intense , très gourmande . Sa langue avide de plaisir se promenait sur sa belle queue , qu’elle enfourna enfin . O en ferma kartal escort les yeux . Il était pris , elle allait le sucer comme elle me suçait moi . Je savais ce qu’il ressentait , je lisais ses pensées . Profiter de ce moment , se laisser faire , la laisser faire , même si une envie de lui remplir la bouche de sa semence pointait le bout de son nez dans ses idées , sans penser à la prendre ensuite . Juste jouir d’une superbe pipe , proférée par une belle salope . Il la prendrait plus tard , une autre fois avec moi en trio . Mais je savais qu’il voulait profiter d’elle , de son corps , de cette tenue dont il m’avait parlé une fois en tchat , que c’était un de ses fantasmes de voir Caro ainsi vétue . Je lui en avais alors parlée pour qu’elle mette cette tenue lors d’une de ses prochaines visites . Elle avait fait le choix de le faire ce soir même . Pour le bonheur de tous . Le bonheur de O se lisait sur son érection . A plus elle le pompait , à plus il bandait . Elle avait accéléré la cadence , lui massant les bourses pendantes et surement bien remplies de sperme bien chaud dont elle raffolait . Sachant que je n’en perdait pas une miette ,elle ondulait son bassin à chaque fois qu’elle glissait ses lèvres sur la queue , comme une invitation à la pénétration . J’avais promis que je kadıköy escort resterai sage , je ne bronche pas même si je sentais moi aussi que je pourrais libérer ma bite de sa prison de coton . Je me régalais de ce spectacle , de ce film X offert en live . Photographe et vidéaste amateur , j’avais envie d’immortaliser ce moment . O n’était particulièrement pas chaud pour ces options , je restais donc à ma place .Elle ne le suçait plus , elle avait ouvert sa bouche et le branlait sur sa langue . Sa bite était violette , j’ai bien cru qu’elle allait le faire cracher ainsi . Mais , il n’en fut pas . Elle se releva , lui prit la main et l’emmena sur le canapé , juste à mes cotés . Elle défit son haut , libérant sa poitrine . Ses tétons étaient gonflés à bloc . J’eut envie d’en pincer un mais je me retint . Elle posa ses genoux sur le bord du canapé juste à fleur de mes cuisses . Elle tourna la tête et lui dit : – Bon , maintenant , montre moi que je ne t’ai pas sucé pour rien , défonce- moi !!! Je ne fus absolument pas surpris par ses propos les ayant déjà souvent entendu auparavant . O se posta derrière elle , enfila un préservatif à la vitesse de l’éclair et lui fourra son sexe turgescent dans sa chatte inondée par le désir . Elle émit un gémissement de contentement . Ses yeux croisèrent les miens et je vis qu’elle était heureuse de la tournure de sa soirée , elle allait se faire baiser devant moi . Difficile à ce moment donné de dire qui d’elle ou moi était le plus excité par cette soirée magique ? ( A suivre )

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Marilyn, ma jolie nièce

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Marilyn, ma jolie nièceChapitre 2 : rêve érotique.Je glisse hors du lit pour descendre au rez-de-chaussée et boire un verre d’eau. Les nuits d’été sont chaudes et j’ai la gorge sèche.Dans le couloir qui mène aux escaliers, tout au bout, se trouve la chambre où ma jolie nièce Marilyn dort. Cette poupée si mignonne qui m’a complètement chamboulé et retourné les sens. Au lieu d’aller directement dans la cuisine, mes pas me conduisent devant sa chambre, je remarque que la porte est entrouverte et je donne un coup d’œil à l’intérieur.Grâce à la pleine lune qui diffuse sa lumière par le biais de la porte-fenêtre, je vois que ma nièce a repoussé la couverture et le drap sur ses jambes. Marilyn dort toute nue sur le côté. Elle a un très beau galbe de fesses et sa belle poitrine me fait des clins d’œil. C’est Marilyn au pays des Merveilles !Et moi je viens de tomber dans ce pays magique et j’ai le bonheur de voir la reine de ce pays imaginaire.Non, non, et non, me dis-je en moi-même, je rêve ! Sauve-toi ! Même en rêve, ne franchit pas les portes de l’interdit.Après un long regard je me dirige vers la cuisine pour me désaltérer car j’ai la bouche encore plus sèche qu’avant.Je bois lentement mon verre d’eau avec dans ma tête cette image d’Eve au paradis. Je comprends pourquoi Adam n’a pu résister devant tant de beauté et de sensualité. Il est temps de remonter me coucher et de ne pas retourner devant la chambre de Marilyn. Mais j’échoue lamentablement et je me retrouve de nouveau dans sa chambre.Marilyn n’est plus sur le côté, elle est maintenant sur le dos, ses mains sur les hanches et entièrement éclairée de cette utile pleine lune.En silence je vais sur le côté du lit, et me voilà encore une fois, à regarder cette jeune fille si délicieuse. Couchée sur le dos, la poitrine de Marilyn est bursa escort moins en valeur, mais ses petits mamelons pointent fièrement comme si elle faisait un rêve érotique.Une nouvelle fois, mes yeux se portent vers cette vallée qui est, peut-être, encore inexplorée.Elle est vraiment de toute beauté. Les jambes un peu écartées, j’admire sa jeune vulve rose. Sans réfléchir, ma main plonge à l’intérieur de mon pyjama pour serrer mon sexe qui se redresse.Dans son sommeil, Marilyn relève ses genoux et écarte encore plus ses jambes, m’offrant une vue idéale sur la petite touffe de poils blonds qui garde sa grotte des plaisirs et de félicités. Je n’aurais pu avoir de meilleure vue si Marilyn l’avait fait exprès, mais ses yeux sont fermés et sa respiration est calme.J’ai l’intention de quitter la chambre mais Marilyn plie ses jambes complètement et laisse tomber ses genoux de chaque côté. Je vois que ses cours de danse l’on vraiment assouplie !Le seul bruit dans la chambre est le bruit de ma respiration, qui me semble aussi fort qu’un train de marchandises remontant une pente. Je ne peux me soustraire à cette provocation involontaire de mon Ange. Au lieu de quitter cette chambre, je m’approche du bord du lit et je rampe entre les jambes de ma nièce jusqu’à ce que ma tête se place entre ses cuisses. Ma tête s’incline lentement et sa chatte est si proche que je peux sentir le doux parfum qui émane d’elle. Une effluence chaude semble sortir de cette rose aux pétales délicatement ourlées. Je respire lentement mais longuement, pour remplir mes poumons de ce fumet que j’aime tant.Mes joues frôlent l’intérieur de ses cuisses et mes lèvres caressent la douceur des poils pubiens d’un ange. De vrais fils de soie. Du bout de ma langue, je caresse cette toison d’or.Marilyn laisse échapper un petit bursa escort bayan soupir. Je recule et je reste figé de peur qu’elle se réveille. Je sais pertinemment qu’elle ne pourra pas rester endormie si je n’arrête pas mes bêtises (pour rester poli) et je dois me reprendre immédiatement. Dans mon esprit égaré par le désir que cette minette déclenche dans mon corps, j’imagine qu’elle ne fait pas semblant de dormir depuis que je suis entré dans sa chambre.Peu m’importe, car lorsque j’inhale l’arôme de la chatte de ma nièce, une combinaison d’un vague parfum floral avec une nuance légèrement musquée, je suis à l’arrêt comme un chien de chasse qui vient de sentir sa future proie. Je me rapproche de nouveau vers ce fruit défendu et ma langue, comme le serpent de la Genèse, se glisse à l’intérieur de cette fente qui s’entrouvre quelque peu.J’ai maintenant le privilège de goûter à cet abricot fendu et ma langue dans le sexe de Marilyn s’affaire de haut en bas, pour en extraire toutes les saveurs subtiles. Elle s’égare même brièvement sur le trou étoilé qui se trouve plus bas. Mon dieu qu’elle est douce cette peau de jeune fille ! Depuis combien de temps je n’ai goûté une chair aussi jeune, aussi douce et fine que celle de Marilyn ?Ma bouche a trouvé la timide perle de son clitoris qui restait caché au début mais qui pointe maintenant hors de sa coquille et c’est assez rare qu’une jeune fille a un clitoris aussi érectile. Son clitoris est tendu comme un petit sexe de bébé. Je le prends dans ma bouche, je le suce, je l’aspire entre mes lèvres et ma langue en explore tous les recoins. Mes lèvres redescendent, je rentre ma langue dans la fente mouillée et goûte les sécrétions mielleuses de ma jeune nièce. C’est qu’elle a bon goût, en plus ! Je me régale de son jus, glissant ma langue görükle escort le plus loin possible, parcourant les parois de son vagin. Elle pose ses mains sur ma tête pour guider mes mouvements, et je suis son désir avec ma langue suivant les pressions de ses mains. La bouche ouverte, elle geint doucement, les seins tendus et le ventre contracté. Mon Dieu qu’elle est belle, quand elle est excitée ! Mes lèvres remontent le long de sa fente, atteignent son clitoris rose que je reprends dans ma bouche. À nouveau, je le suce et le lèche, ma langue s’enroule autour de lui. Marilyn geint et râle en continu, elle ne contrôle plus les mouvements de son ventre qui de déplace à la recherche de son plaisir total.Doucement, je mordille son clitoris. Marilyn se cambre violemment, s’arc-boute, ma langue tourne rageusement autour de son clito et ne me retenant plus, je prends à pleine mains le petit cul de ma nièce pour écraser sa chatte contre ma bouche et forcer le plus loin possible l’introduction de ma langue dans son tunnel maintenant très humide.Marilyn commence à trembler et à se tortiller sous moi en gémissant plus fortement Je presse ses fesses et un de mes doigts appuis sur sa rosette pendant que je me goinfre de sa chatte et de son jus qui coule.Elle jouit d’un coup, la respiration coupée, tendue comme un arc. Dès qu’elle a commencé à jouir, ma bouche est arrosée d’un nectar mi- acide mi- sucré, et ma langue att**** tout ce qui sort de son sexe et ses cuisses enserrent ma tête tout au long de son orgasme.Enfin, les cuisses de Marilyn desserrent ma tête, et s’écartent comme à regret. Je me mets sur mes genoux et regarde Marilyn, dont les yeux sont toujours fermés comme si de rien n’était, mais sa poitrine est tendue et tremble sous sa respiration saccadée. Sans un mot, je recule au pied du lit, et je sors sans bruit, comme un voleur, de la chambre de ma nièce pour aller me branler dans mon lit.Mais ce n’était qu’un rêve érotique car je me réveille dans mon lit, ma bite dans ma main et mon ventre poisseux

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AMBRE Femme solaireChapitre I – Ambre croque la vieDe retour pour un week-end chez ses parents, elle retrouve la quiétude de son ancienne chambre. Que de rêves, que de questions, que de nuits sur internet pour comprendre…Puis Alice, ensuite Nadia et Didier, et hop, la fac, libre et femme désirable.Elle le sait, belle, elle n’a plus peur de rien, Nadia et Alice l’ont initiée dans tous les domaines, elle cherche juste à se perfectionner, pour ne pas être nunuche avec des amants plus âgés… Elle a 20 ans, conduit sa Twingo, travaille le soir dans un salon de thé, entre 18 et 22 heures… Elle gagne en assurance auprès des clientes, et des quelques hommes qui se détendent dans cet établissement de premier ordre…Le samedi soir est dévoué à la détente, au plaisir, discothèque, repas entre amis, mais une fois par mois, (Tiens, comme c’est bizarre !), elle retourne voir ses parents…C’est ainsi que par hasard, elle croise Didier, son initiateur, deux ans déjà…Il a monté une boutique, de prêt-à-porter…Il n’est plus avec Nadia, n’a jamais revu Alice non plus…Le soir même, Ambre le rejoint, ils redeviennent amants, malgré Marc, l’ami attitré à Aix que Ambre adore, gentil garçon, tendre et obéissant, très amoureux, trop amoureux…Les souvenirs reviennent, le plaisir de la première fois, ces sensations qui l’ont emportée, puis submergée… Tendresse, partage, avec Alice et Nadia, leurs échanges, leurs caresses, que de temps passé depuis…Didier est un amant merveilleux, Marc vole en éclat, elle reviendra souvent dans ce village, parfois sans sortir de la chambre, oubliant même d’aller voir ses parents… C’est la passionaria, elle en tombe amoureuse, elle veut tout découvrir avec…Elle apprend le sexe partage, le sexe coquin, l’échangisme, croisant des sentiments nouveaux, des choses qui lui semblaient interdites, la sodomie qu’elle affectionne désormais…Didier a vingt-huit ans, ils passent un été de folie, elle loge chez lui…Elle l’aide dans la boutique, elle attire du monde, ils sont éperdument amoureux…Ils font l’amour sans cesse, elle aime la découverte, le danger, découvre l’exhibition, ils rencontrent d’autres couples, elle se laisse emporter dans un tourbillon des sens… Ils sont complices, et libertins…En septembre, alors qu’elle va reprendre les cours, il part en voyage, un voyage programmé avec des copains aux Indes, elle est triste, il lui manque…Elle reprend la fac à contre-cœur, dans sa troisième année… Les choses sont sérieuses, elle retrouve sa place de serveuse au salon de thé, cherche de nouveaux amis…Elle sait que Didier ne reviendra pas, il ne s’attachera jamais…Pendant 3 mois il lui envoie des photos sur Facebook, puis le rythme baisse et au printemps, plus rien…Pendant ce temps, elle croise d’autres personnes, elle a pris un peu de poids, fait du sport, rencontre un homme marié, qui la séduit, elle en tombe amoureuse…Il en fait sa maîtresse, lui paie son studio, change sa voiture, il a plus de trente-cinq ans…Il l’emmène à Paris, à Londres, il voyage souvent pour ses affaires…Il aime son corps qui s’est embelli, devient le corps d’une femme, elle atteint un summum de plénitude, il vient très souvent le soir, ils font l’amour, la quitte repus, vidé, heureux…Homme aimant la vie et le sexe, il lui présente des gens, hommes et femmes ou couples, issus de son milieu d’affaires, et organise des soirées dans son nouvel appartement, un rêve avec vue sur mer…Ambre devient son égérie, elle a sa bénédiction, elle peut se laisser séduire, ils sont là pour ça…Elle joue le jeu, fait l’amour avec qui veut dans leurs soirées coquines, femmes et hommes, elle devient accro de cette vie de libertinage… Elle goûtera à quelques produits interdits, qui viennent sublimer ses orgasmes, perdant en vigilance, mais que le sexe est bon !…Elle tombera dans des mains peu recommandables et quand il s’aperçoit qu’elle est droguée un soir, il cesse tout ça, l’emmène dans une villa en bord de mer, chez lui… Sa femme vient de partir de la maison, il reste sa fille….Elles s’entendent et Ambre réussit à ratt****r son retard, termine son année, et réussit ses contrôles…Ambre se prélasse nue, au bord de la piscine… Myriam, la fille de Serge, son ami, vient la rejoindre…C’est rare, elle est sauvage, elle se voit en elle, dans ses dix-sept ans…-Je te trouve belle.-Tu es mignonne aussi. Tu sais, même si on ne parle pas souvent, je suis sincère avec ton père…-Je sais, j’ai vu, tu me défends parfois…-Ah, mon métier… Avocate du diable… On peut être amies tu sais, même si tout ça casse un jour, j’aime ton père, mais il aime la vie, il est encore jeune…-Tu n’es pas la première tu t’en doutes… Maman est partie il a bien longtemps et d’autres l’ont remplacée, mais pas dans mon cœur et pas dans le sien non plus… La dernière était encore là le mois passé… Je vis ici car c’est tranquille, je fais ce que je veux ou presque, il tient à mon éducation…-Il a raison…-Mais j’aime un garçon, enfin, j’aimerais le faire avec lui…-Tu es vierge ?-Oui et non…-Tu as vu un docteur ?-Je n’aime pas en parler avec lui…-Tu veux prendre la pilule ? -Ben… Je ne veux pas risquer un accident…-Tu as eu des aventures ?-Oui, avec une amie, on a découvert le sexe ensemble… Et avec un garçon, un soir, on a flirté, il m’a tripotée, léchée, c’était merveilleux et j’ai joui… Mais je veux aller plus loin… Lui, il est bien, 23 ans, étudiant, mais il va arriver… Le droit des affaires… Lou, pour Louis…-Bien !… Tu l’aimes ?-Je ne sais pas, j’ai envie qu’il me fasse découvrir l’amour, jusqu’au bout… Je veux jouir, comme les maîtresses de mon père qui râlent toute la nuit…-Tu nous as entendus ?-Un peu, une fois… Tu étais dans la piscine, je t’ai vue d’en haut… Il te baisait accoudée à l’échelle…-Oh, j’ai honte !-Non, c’est moi qui ai eu honte de vous reluquer, mais toi, tu étais si expressive, si naturelle… Je me suis touchée toute la nuit et je t’ai enviée… Tu l’as déjà fait avec une femme ?-Oui, j’ai eu des amantes. J’aime le sexe depuis ton âge environ, et depuis, j’ai fait mon éducation, tu sais… -Tu me montrerais ?-Et ta copine Sandrine ?-Oh, on se masturbe parfois chez elle, en matant un x, mais elle en est au même point que moi… Je veux tout savoir avant… J’aimerais faire l’amour avec toi, une vraie femme, une adulte, qui me montre et me dirige… Que je jouisse, car les autres n’ont pas réussi vraiment, ni garçons, ni filles… Je suis peut-être frigide…-Mais non, chérie… Demain, ton père s’en va pour Paris deux jours… On se réserve la soirée ?-Oh, tu es géniale… Jamais je n’aurais osé… Les autres étaient des bimbos, tu es si différente, si femme, si proche de nous…-Je vais en parler avec lui pour que tu voies un gynécologue…-Je t’adore…Elle me vole un baiser, soudain, appuyé, tendre, naturel…Elle s’allonge contre moi, baisse son haut de maillot, colle ses seins aux miens…Puis elle se frotte contre mon pubis, sentant le sien, doux, chaud… Et ses seins menus contre les miens… Sa langue explore ma bouche, me demande de jouer, elle ferme les yeux, en faisant glisser le bas de son maillot…Elle entend le portail et se lève en vitesse, rajuste son maillot en se trémoussant…-Je t’aime Ambre, tu es magique… Je veux être à toi avant de le faire avec un mec…Elle disparaît dans les entrailles de la villa, Serge arrive, m’embrasse…-Tu as vu Myriam ?-Dans sa chambre je pense, elle s’est baignée tout à l’heure… A ce propos, elle était gentille avec moi… On a discuté… Entre filles, tu vois… Elle a rencontré un garçon, et pense être en âge de prendre la pilule. Elle est mal à l’aise sur ce sujet avec toi… -Déjà ? C’est un bébé !-Oui, de dix-sept ans et des poussières… Le bac arrive, elle va le fêter, je trouve l’âge dans la moyenne, elle aimerait aussi quelques conseils de ma part, j’ai accepté…-Je ne veux pas paraître pour ce que je ne suis pas, mais c’est un rôle de maman, c’est vrai jusqu’à un certain point…-Maintenant les jeunes trouvent tout sur internet, s’échangent les infos, ont toute la bibliothèque des positions, et les films x à l’appui, bien plus dangereux que nos BD de l’époque…-Oui, alors si tu te charges de la guider et de lui ouvrir les yeux…-Elle les a ouverts, crois-moi, elles sont mûres avant que l’on s’en aperçoive… Elle gère ses tourments, accepte de flirter parfois, trie ses fréquentations, évite certains excès, certains groupes connus, commence à ressentir l’appel de la nature…-Si tu le dis, mais je veux savoir les étapes, qu’elle me tienne au courant de sa vie intime, de ses fréquentations si cela doit durer, etc… Entre temps, je prendrais des dispositions pour son mois, afin qu’elle soit autonome financièrement pour les petites dépenses et ses sorties, ses habits, sa beauté…-Elle va être contente… Bon, on va où ce soir ?Le lendemain, il part vers 10h00, TGV Paris…Je rencontre Myriam dans la piscine, belle comme un cœur…-Tu sors ?-Non, je me détends en vue de ce soir, j’ai hâte, j’en ai rêvé… Tu as parlé à mon père ?-Oui, un peu, enfin l’essentiel… Il est cool tu sais, et il te fait confiance sur ce plan. Sans mère, c’est délicat, les hommes sont maladroits pour parler de sexe avec une jeune ado…-C’est sûr, ils sont nases et veulent nous garder en cage…-Non, ils veulent que tu comprennes ce dont ils ont peur… De te perdre, de te voir malheureuse, souffrir, rencontrer des gens vicieux, malsains, peur que tu ne te rendes pas compte de la réalité. La méchanceté est partout, et le vice se cache dans les plus beaux habits, les plus belles demeures, et les voitures de sport, la vie facile et les plus beaux yeux du monde cachent le mal des mâles…-Oui, je sais cela… Je ne sors jamais seule, et si je le fais, on sait où et avec qui …-C’est cela qu’il aimerait systématiquement… Savoir… En contrepartie, il augmentera ton argent de poche et débloquera d’autres sommes ponctuelles pour tes sorties et tes habits… Le meilleur pour la fin ? Il me fait confiance, et si tu veux, désormais, je serai là pour t’aider pour tous tes problèmes intimes…-Oh, je sens que je vais t’aimer toi, et dès ce soir, ce sera toi qui centraliseras mon agenda…-Oui, mais moi, je suis plus finaude, alors si tu me mens, adieu la confiance, la mienne en premier… OK ?-OK, madame… Tu as raison, je sais… J’ai eu des exemples autour de moi, des filles emmenées, violées, exportées comme putes, droguées… A l’école on en parle, en fac, c’est monnaie courante, elles se libèrent de la pression familiale et baisent avec tout ce qui se présente…-On edirne escort a toutes eu nos moments de doute, notre besoin irrésistible de connaître l’amour physique, de se libérer des chaînes parentales, de se sentir enfin femme, de s’épuiser dans les bras d’un garçon, une nuit de sexe, dans toutes les positions, dans tous les sens… Une fois que la machine est lancée, on ne s’arrête plus, on enchaîne les sorties, les aventures, les risques… Toujours plus, plus nombreux, plus âgés, plus dissolus, plus jouissifs…-Oh, je ne sais pas si je suis prête pour tout…-Non, il ne faut pas brûler les étapes. Bon 17 heures ici ?-Ça me va, je vais voir les copines tout à l’heure…-Hum… Soit discrète sur nous 2…-Je comprends… J’ai 18 ans bientôt…Elle est là, affolante de beauté, coiffée, vêtue d’un ensemble 2 pièces jaune, jupe courte et haut très décolleté… Un top noir en dentelles, des escarpins, un petit sac à main…Elle s’approche, je suis sur la terrasse…-Tu es magnifique et à l’heure…-Il me semble me rendre à un exam… Passer un permis quelconque, ou un premier contact d’entreprise…-Nous allons rester dedans, le canapé est très doux et large… Ta chambre pas très loin…-On prépare un premier drink ?-Oui, je verrais bien un cocktail, fruité, peu alcoolisé, très frais… Comme toi…On choisit dans le frigo, puis on apporte le tout sur un plateau, avec vodka et whisky et quelques biscuits…-J’ai vu mon copain, Lou, il m’a caressée dans la voiture, en bas du chemin… Je suis prête…-Tu lui as dit ?-Non… Une seule fille le sait mais pas avec qui… Mon amie Sandrine… Elle est pareil que moi, c’est son cousin qui l’a caressée la première fois…-Il l’a prise ?-Non, juste déflorée, elle a saigné un peu, ils se masturbaient dans une grange… Puis elle a tout arrêté… Le lendemain, elle a été au bout, elle a senti son sperme dans sa bouche… Elle a eu peur d’aller trop loin avec lui, elle n’a plus voulu… Maintenant elle veut faire l’amour vraiment, elle veut se donner, jouir…-Tu l’as caressée ?-Un peu en voiture, dans un chemin… On s’est masturbées réciproquement… C’était chaud, on était trempées de mouille, en sueur, on s’embrassait comme des folles, et on a joui, écartelées sur le siège arrière…C’est moi qui lui donne le premier baiser… Elle me répond immédiatement, se love contre moi, je défais son haut, quitte la jupe, elle n’a pas d’autre sous-vêtement qu’un string ridicule… Elle me déshabille à mon tour, je me suis levée, je dégrafe mon soutif, et me tourne vers elle… Je baisse ma culotte en la regardant droit dans les yeux, nue comme un ver…-Viens dans la chambre, ferme en bas… Je ferme le portail du garage et la porte d’entrée…Elle s’approche de moi, droite, presque aussi grande, relève son visage vers moi…-Tu es belle Ambre… Je me sens bien contre toi… En sécurité… Apprends-moi l’amour, tout, celui des filles, celui des hommes, fais-moi jouir…-Tu es adorable Myriam, gracieuse, aux formes épanouies, tes seins pleins, tes hanches de jeune sportive avec de longues cuisses… Ton pubis rasé ajoute à ta candeur, et tes cheveux encadrent ton beau visage clair…-Viens, embrasse-moi, je vais t’aimer, ce soir, toute la nuit, tu vas me faire femme…Au milieu du lit, je me couche contre elle, une main sur un sein, l’autre dans son cou, et nos baisers nous transportent vers un nuage de coton, elle souffle dans mon cou, se trémousse contre moi… Je me baisse et capture un sein, mes lèvres sur son téton, la prennent en défaut, elle gémit, ondule… Mes mains massent ses globes, les tétons durcissent, elle ouvre ses cuisses, ma tête en profite, je me glisse entre ses jambes, lui offre ma vulve et prend la sienne, en 69 parfait…Elle n’ose pas, puis sa langue explore, avec un doigt, je plonge en elle, glissant ma langue sur ses trésors qui prennent vie, qui s’ouvrent de désir, elle s’écartèle, son clitoris vibre sous ma langue, ondule son plaisir, se soulève, mes lèvres lui donnent le LA… Elle jouit… feule comme une chatte, soulève son bassin vers moi…Elle reproduit ma caresse, et c’est moi qui gémit… Lentement, en chœur, nos corps se détendent, se donnent, s’ouvrent…Son intimité est douce comme une fleur mystérieuse, elle sent la fraîcheur des bois, la nature, je lape le nectar qui s’échappe sous mes doigts, en parcourant sa vallée, glissant sur les grandes lèvres, revenant vers la grotte ouverte de désir de jeune pucelle, baignée de tendresse…Son petit trou encore tout neuf, rosé, puis l’entrée de la grotte, tandis que ses doigts se sont glissés furtivement en moi…-Suis ton instinct de femme, fais-moi ce que tu aimerais…Je plonge une première phalange, les chairs s’ouvrent, elle gémit, doucement, feulement de louve, sauvage, qui emplit la pièce… J’ai envie d’elle, mes yeux contemplent cette sublime intimité, à quelques centimètres, ma langue s’agite, lui donnant des frissons, elle plonge un doigt dans mon vagin, petit sexe dressé, lentement tournoyé, elle a eu des exemples ou des conseils…Moi aussi j’en suis presque au fond et ressors mon sexe digital… Elle râle…Je le replonge, il est trempé, il glisse en elle… Je commence une valse, tourne et enfonce deux doigts par des vas-et-viens plus rapides la portant à un premier stade, elle jouit pleinement…-Oh, oui… C’est bon… Encore… Je le sens bien, prends ma chatte, fourre-la avec ton doigt, comme une bite, ouvre-moi…Elle se contorsionne de désir, de plaisir, elle m’a délaissée pour quelques instants, alors je me présente devant sa bouche, détrempée de désir…Sa langue me fouille, puis se fait langue de velours, et je jouis sans complexe, écartelée devant elle…-Oui, tu es douce, viens… Toi aussi donne-moi ce plaisir de femme, cette douceur et cette tendresse…A tour de rôle, nous faisons le tour des positions, j’en suis à trois doigts dans son vagin… Elle jouit plus profondément, d’un cri rauque, en massant ses seins, comme nous aimons souvent le faire…Je jouis de ses baisers si doux, sa langue qui me titille le clitoris et déclenche mes orgasmes…Nous faisons une pause vers 19 heures… Apéritif, whisky orange, pour elle orangeade avec une tombée de vodka…Puis nous ouvrons un sachet de chips…Elle est nue, étendue sur le son lit… Elle me sourit…-C’est bon, Ambre, tu es si gentille, si désirable, tu es ma première véritable amante…-Attends, le meilleur arrive, des gestes féminins, lesbiens, tendres et doux…-Oui, viens, montre-moi… Emporte-moi dans ton monde, je veux tout connaître ce soir…Je m’allonge sur elle, sexe contre sexe, nos seins imbriqués, et je me frotte contre son pubis, prenant ses seins dans mes paumes et les massant tendrement…Elle me caresse en jouissant, se tortillant sous moi, venant glisser une cuisse entre les miennes, nos sexes collés, ouverts, son mont de vénus proéminent s’emboîte dans mon intimité, elle sent ma vulve s’ouvrir contre la sienne… Je feule, je jouis, elle ondule lentement, partageant cette caresse, puis elle se redresse, contre moi, face à face, nos sexes se touchent, on se frotte, on délire, on jouit en grandes vagues, on râle, on explose d’un orgasme mutuel, si puissant, si féminin, si intime…-Oh que c’est tendre et profond… J’ai joui avec toi… Tu es une liane…-Tu es belle, tu aimes l’amour… Je veux être ton amie maintenant, ta confidente, tout…-Oh, oui, je ne veux pas te perdre… Je t’imagine si souvent avec Serge, léchant sa bite, la salivant dans ta gorge, criant ton plaisir quand il te la plante, à grands coups de reins, puis que tu le chevauches, enfouissant son sexe dans ta chatte en cadence, gémissant ton plaisir, puis pleurant de bonheur quand tu le sens exploser dans ton ventre…-C’est exactement ça, ma douce… cette sensation que tu vas découvrir bientôt, cette vague de plaisir qui te submerge et te porte à t’extérioriser d’être prise, de faire un bébé, et sentir le sperme chaud dans ton vagin… Un moment merveilleux, un summum entre deux amants, sans artifice, le sens premier de l’amour…-Tu en parles bien, mais tu n’as pas eu d’enfant… Tu es jeune, tu en veux ?-Oui, j’en veux, être mère c’est le plus beau cadeau du monde pour une femme, concevoir, mettre au monde…-Serge a de la chance, tu es une belle personne, sensée, équilibrée, magnifique et sensuelle… Généreuse en plus… Je suis bien avec toi…-Moi aussi. Tu as aimé ces caresses ?-Bien sûr, j’ai compris la douceur et la tendresse, mais les hommes sont plus rapides, impatients, ils sont virils et puissants, ils peuvent nous faire mal…-Il faut les calmer parfois, on est deux pour faire l’amour, enfin à la base…-Oh !… Tu as connu le reste alors, d’autres partenaires, en même temps, la sodomie ?-Oui, j’ai découvert peu à peu, seule, avec mes amants d’un soir, des amis, souvent le même. J’ai été initiée comme toi par la sœur d’une amie, avec son mec qui nous a déflorées… C’était super, Alice était comme moi, on avait regardé, essayé, puis sa sœur la voyant proche de le faire, a préféré demander à son copain… Et voilà, à Sète, dans un hôtel, tous les 4…-Tu as eu mal ?-Pas du tout, il était très doux, prenait des précautions, il m’a prise en premier, a joui en moi, puis avec Alice, après un peu de repos, puis après avec la sœur, devant nous dans sa chambre : on avait eu le son, la veille, cette fois on a eu l’image, de A à Z, fellation magique, baise de folie, sodomie, on était là pour sucer, lécher, la caresser pour ma part… On a refait l’amour toute la nuit avec Alice, puis moi avec sa sœur Nadia, plus expérimentée, plus femelle… Puis Didier au matin, tout le monde endormi, il m’a sodomisée pour la première fois sur la table de la cuisine… Notre secret… J’ai joui de le sentir me préparer, me lécher, je sentais son doigt, puis il s’est avancé pour me prendre, si doucement que je n’ai pas eu mal… On s’est revus deux ans après, et on est redevenu amants pendant trois ou quatre mois, j’étais étudiante à Aix… Là, il m’a présenté d’autres couples, on partageait tout, amis, maris, amants… Parfois ils nous prenaient à deux, un devant et un derrière… C’est délicieux quand c’est entre amis, et bien fait… C’est pour ça que Serge m’aime bien, il a fait pareil, il m’a présenté ses amis, ses partenaires de travails, ses clients, on le faisait chez moi l’an passé avant qu’il ne m’installe ici…-Non ?-Si ! Tu ne dis rien OK ? J’aime ces soirées, avec des femmes et des hommes plus âgés, expérimentés, qui se mélangent, qui donnent libre cours à leurs bas instincts… Le sexe… J’y ai eu des moments intenses et palpitants…-Mais tu as fait la pute escort edirne ! Pour lui ! Pour ses affaires !-Un peu, mais rassures-toi, je ne l’aurais pas fait si je n’avais pas aimé… Son cercle d’amis est respectueux et bien sous tous rapports… J’ai pris mon pied tous les samedis à les recevoir, à m’offrir à eux devant Serge… J’ai même connu un africain, avec un burin de 25 cm… Etouffant dans la bouche et ça remue entre les fesses, je t’assure…-Ça rentre ?-Certainement, et bien même, sauf dans la bouche, c’est difficile, il faut se mettre à deux…-Oh, oui… Un homme des îles… Qui m’explose la chatte… Tu me fais rêver…-Si tu es sage, un jour, plus tard, on pourrait essayer de baiser avec deux mecs bien montés et nous les échanger… Didier adorerait ton corps de nymphette, et pourfendre ta petite chatte…-Et dilater mon petit cul, en me faisant crier de bonheur…-Coquine, tu vas devenir une sacrée salope… Comme moi…-Oh, non, tu es une super nana, une vraie, jeune, jolie, sensuelle et libertine, tu ferais une divine belle-maman… J’aimerais te ressembler plus tard… Apprends-moi les hommes, apprends-moi à être garce, à les vamper, à les baiser, à prendre leur fric et en profiter… Apprends-moi ce que tu as accepté de mon père. Il fallait que tu l’aimes pour le faire… Tu mérites ta place avec nous…Au matin, elle est endormie à mon côté… Sous le drap, mes caresses la réveillent…-Déjà ?-Il est bientôt neuf heures…-Oh, quelle nuit !… Je me sens autre… Tu m’as appris l’amour, la tendresse, le plaisir. J’ai joui de partout… Certes il manque quelque chose…-Tu le découvriras assez tôt, je t’ai préparée, de tous côtés… Tu n’as pas mal ce matin ?-Non, tout est en place, tout est content, prête à recommencer…-Oh, coquine… -J’ai gagné une amie je crois, avec toi… Je ferai ce que tu m’as dit… Tu es heureuse avec mon père ?-Oui, j’ai tout, il est tendre, viril, gentil, amoureux…-Tu veux être ma belle-mère ?-Oh, pas encore… Je suis sauvage et libertine, tu l’as dit…-Merci pour tout… On le refera, juste par plaisir ?-Oui, si tu en as envie…-Tu n’en n’as pas envie ?-Je n’ai pas dit ça !-Viens me caresser sous la douche !Elle sautille hors du lit en jubilant, et nous flirtons de nouveau, dans la chaleur de la douche, elle me nargue, puis m’embrasse, et nous nous caressons comme deux ados…Le dimanche est jour de repos… Serge va arriver ce soir… Il est tôt et je viens de dîner léger, salade composée et verre d’eau, yogourt de chèvre, je me sens bien, détendue, cette fille sait y faire… Elle est douée, arrivant toujours à ses fins…Elle rentre en milieu d’après-midi…-Tu sais, je viens de chez mon copain Lou…-Et ?-On a flirté, vraiment bien… Longtemps… Il voulait le faire… J’étais prête, amoureuse, humide, j’ai senti son sexe vibrer dans ma main, puis grossir dans ma bouche… Il me guidait, tout en me souvenant de tes conseils, passant ma langue sur sa hampe, léchant le gland en tenant ses bourses, refermant mes lèvres, puis glissant jusqu’en bas, puis le ressortant lentement… Il grognait… Je ressentais le désir en moi, ma chatte picotait, je me suis caressée, alors il l’a ouverte avec sa langue, puis il m’a mis le feu… Je gémissais, je me sentais partir, m’envoler, j’étais bien, ses doigts remplaçaient les tiens, sa bouche, et sa langue, imitaient les tiennes… Je m’offrais alors, ouverte, abandonnée, relevant mes cuisses, mon abricot juteux prêt à perdre son innocence… J’ai senti son sexe à ma porte, me pénétrer doucement, glisser dans mon fourreau…J’attendais…-Et ?-Je me suis réveillée au bord de la piscine, trempée, il regardait la télé au salon, la course de formule 1…. -Ma chérie… Il ne faut pas… Cela viendra… Pour l’instant, il attend que tu sois majeure… -Je suis partie de colère, de honte de moi, je te voulais…Le soir, elle me confia qu’elle aimerait que je sois avec elle ce jour-là, le jour de ses dix-huit ans, comme pour mon amie Alice, avec Didier…Eh bien, ce jour arriva…J’étais toujours amoureuse de Serge, qui me vénérait et me comblait d’attentions depuis que je m’occupais de l’éducation de Myriam…Nous nous étions rendues ensemble, chez mon gynécologue, et tout s’était bien passé, il avait fait un frottis pour contrôle, et avait prescrit une pilule facile à supporter et adaptée à son âge…Elle avait fêté son anniversaire dans un grand restaurant, entourée de nous et de quelques amis, dont son fameux copain Lou qu’elle présenta à son père.Ensuite, ils devaient aller en discothèque…Quand elle sortit du restaurant, une voiture l’attendait, empaquetée avec un gros ruban et une carte d’anniversaire signée « Serge et Ambre, pour Myriam »…Elle s’est mise à pleurer de joie, ne voulant plus nous quitter…Ils partirent avec leurs amis, après avoir vidé une autre bouteille… J’ai pris la clé de sa voiture par précaution et suis allée la garer à la villa, puis Serge me conduisit au bateau, où quelques amis nous attendaient à bord…Nous avons passé la nuit à boire du champagne, à refaire le monde, Marie et Franck, avec Colette et Lilian et Edwige et Jordan… 3 couples dans la trentaine, des vieux pour moi…Lorsque Franck m’invita à danser, je quittais mes chaussures. Marie se jeta dans les bras de Serge, Edwige invita Lilian, et Jordan enlaça Colette…Nous avions souvent parlé de sexe Marie et moi, regardé des films érotiques avec nos compagnons. Une fois nous dansions au salon, un peu imbibés d’alcool, Franck avec moi, Marie avec Serge, on a commencé à flirter … J’appréciais ses caresses, sa femme celles de Serge… Nous étions tacitement d’accord et commencions à nous manifester, largement dénudées, allongées sur les fauteuils… Je jouissais doucement, en sentant le sexe me prendre…Myriam s’était réveillée et descendait les escaliers en claquettes… Nous avions cessé nos jeux immédiatement, ils étaient partis peu après.Franck avait demandé à Serge de reproduire cette soirée, sans sa fille… Serge avait émis l’idée de refaire cela au bateau avec d’autres couples et Franck n’avait pas dit non…La soirée était celle-ci, suite d’anniversaire, bel anniversaire, Myriam était heureuse et m’avait glissé que son père partait le lundi pour 3 jours… Elle avait hâte…Franck me serrait contre lui, Marie regardait Serge dans les yeux, les deux couples s’embrassaient et commençaient à se caresser…Je passais mes bras autour de son cou, ses mains glissaient le long de mon corps, sur mes hanches, j’ai senti la chaleur de son sexe contre ma cuisse… Marie était pendue à Serge qui ne se privait pas de découvrir son corps…Son baiser me surprit, sa langue glissa contre la mienne, tandis que nos compagnons s’embrassaient…Les deux autres couples étaient allongés dans le canapé du grand carré, déjà très dénudés, poussant leurs premiers soupirs …Serge proposa que nous allions dans les 2 cabines, plus confortables et intimes, pour continuer cette soirée libertine… Il apporta des boissons à discrétion, champagne, biscuits, café, etc… Il nous invita à nous mettre à l’aise dans la salle des cartes, puis j’entraînais Franck dans la grande cabine…Je le poussais sur la couchette, prit sa grande queue chaude dans ma main… Ma bouche se posa sur le gland, ma langue commença une valse, tournant, tournoyant, virevoltant puis mes lèvres prirent le relais, tandis que ses mains prenaient mes seins, pinçaient les tétons dressés, je cédais en un clin d’œil, me retrouva assise sur sa queue dressée entre mes cuisses, et me l’enfonça lentement, nous fondant l’un dans l’autre…-Enfin, j’ai dû patienter tant de temps…-Et moi donc, j’ai rêvé de toi toutes les nuits…-En baisant ta femme ???-Oui…Marie feulait à nos côtés, emportée par le membre de Serge qui la pourfendait, écartelée…Puis il la prit en levrette, elle commenta son plaisir. -Oh, oui… Fourre-moi Serge, viens me baiser… L’autre soir on était bourrés… Là je te sens en moi, je jouis de ta queue Serge, j’aime baiser Serge… Viens ! Regarde-les, ils font pareil, on aime le sexe Serge, Franck la placarde sur la couchette et elle meugle son plaisir… Allez Serge, défonce-moi aussi…Son mari, jaloux de la voir et de l’entendre délirer ainsi, me fit la même chose, et je jouissais à mon tour, défoncée par ses aller-retours déments, en geignant sans retenue…On entendait des râles sourds provenant de l’autre cabine, puis des cris étouffés, des gémissements de chatte en chaleur, et des bruits de succion…L’ambiance était à son comble, une sorte de fièvre sexuelle envahissait le voilier, nous nous libérions, en voulant encore plus de sexe, après chaque orgasme…Serge sortit de la pièce, Marie vient sur moi, m’enlaça, caressa mes seins, m’embrassa, Franck la sodomisa, pilonnant son magnifique petit cul…Je ressentis chaque caresse, chaque mouvement, chaque orgasme, partageant les coups de reins de son mari, jusqu’à l’extase finale…Il me prit ensuite, ouvrant ma porte sans effort, plongea en moi, et me besogna sous le regard de Marie, écartelée contre ma bouche… Je sentis quelqu’un dans notre couche, Marie écarquilla ses yeux ronds, elle les ferma en gémissant, une première fois sans doute, l’un de nos amis libertins…Franck m’abandonna, un autre se glissa derrière moi, ses mains prirent mes seins et les massèrent tendrement, devant moi Marie s’était liquéfiée, me regardant, emportée par le rythme des assauts qu’elle subissait…Mon vagin fut de nouveau sollicité, visité par une longue queue douce, pénétrante, insidieuse, et je perdis mon âme en jouissant de ses bienfaits…Nous découvrons nos assaillants, ivres de sexe… C’étaient bien les deux nouveaux, libertins et très actifs…Ils désirèrent se désaltérer avant de changer de partenaire et nos râles remplirent de nouveau la cabine, je me permis de prendre le contrôle et de me fourrer avec la bite énorme de mon partenaire de jeu… J’en jouis longuement, multipliant les positions indécentes, ce qui aboutit irrémédiablement, à se déverser en moi, emporté par ma cavalcade finale…Marie me prit dans ses bras, dans la couchette désertée par nos amants… Les hommes étaient repus, dormaient un peu partout, et nos copines, Edwiges et Colette nous rejoignirent, heureuse de se détendre et de faire notre connaissance…Que de sexe encore, que d’envolées lyriques, je n’avais plus de voix, mais j’étais aux anges d’avoir été honorée par un quatuor en rut, avec autant de naturel, de respect et de tendresse, puis d’avoir échangé avec ces 2 adorables sirènes, lesbiennes et pacsées qui partageaient leurs passions avec 2 libertins de leur âge… Nous edirne escort bayan avons fini dans la soirée, allongés tous ensemble dans le carré, avec des coussins, nonchalamment étalés, nous restaurant de petits fours et autres mignardises, en buvant du rosé bien frais, en libre-service (Le rosé seulement ?)…On se sépara tard dans la nuit, je retrouvais la villa, Myriam dormait dans sa chambre et je reçus un SMS sur mon portable :-Mercredi, papa va à Paris, si tu es d’accord, Lou nous attendra chez lui, c’est plus tranquille…Chapitre II – Ambre, solaireJe mis bien deux jours pour récupérer de ma nuit, traînant autour de la piscine en cette fin septembre… Serge m’avait mise au courant de son absence de mercredi. Il rentrerait tard le soir ou au matin, s’il ratait le dernier TGV…Il me tenait toujours au courant de son emploi du temps, qui changeait parfois d’heure en heure.Il était ravi que j’aie apprécié ces 2 nouveaux couples. Ils étaient bretons et amis, et ne venaient que pour les réunions mensuelles dans la région.Quant à Marie et Franck, ils étaient conquis. Notre première fois était réussie…Franck qu’il avait eu au téléphone dans la matinée de lundi, travaillait pour une agence de publicité. Marie nous remerciait, et avait glissé « à refaire chez nous… ». Serge appréciait Marie pour sa discrétion, sa beauté, son esprit. Il omettait sans doute quelque chose…Elle m’appela le lundi matin, nous remerciant d’avoir organisé cette soirée qu’elle avait apprécié, bien dans l’esprit qu’elle espérait, des échanges juste sexuels, entre amis, en toute simplicité et sécurité… Elle aimerait m’inviter un jour, à midi, que l’on puisse bavarder et échanger entre femmes… J’étais charmée, bien sûr, cette blonde de 38 ans m’impressionnait, moi, jeune femme de dix ans sa cadette, perdue dans ce milieu bien supérieur à mes origines… Elle était nature, simple, comme je l’étais plus jeune, on se ressemblait sur pas mal de points. Elle avait en plus ce regard, cette assurance, qu’on acquiert qu’avec la vie…Son Franck, force de la nature, gentil et tendre avec elle, très chaud avec moi. Le courant passait entre nous, nous plaisantions souvent tous les 4, et aimions rire, manger et boire ensemble, nous retrouver tous les mois environ… On peut rajouter baiser maintenant…On avait évoqué une sortie tous les quatre, un week-end détente, ou une croisière… Pourquoi pas la Corse, notre voilier et les compétences de nos hommes le rendaient possible…Mercredi approchait, déjà demain, Serge avait préparé ses affaires à l’entrée…-Tu seras sage ?-L’ai-je jamais été ?-Avec moi, non, sans moi, je ne sais pas…-Je m’occupe de ta fille, que j’adore entre nous sois-dit…-Elle me l’a dit en me remerciant pour sa voiture… Elle m’a parlé aussi du gynéco… Elle est rassurée, tu es une maman pour elle… Merci chérie… Un long baiser…-Tu la surveilleras de loin ? Si tu peux ?-Mais oui, elle veut qu’on aille faire les magasins ensemble… Tu vois, on a de plus en plus de relationnel, et pour moi, elle l’est… Une amie avant tout, elle aime ça.Au fait son copain est un garçon bien, j’ai parlé avec lui au restaurant. Il sait ce qu’il veut, attendra, ils s’adorent…La villa de Lou, enfin celle de sa tante, partie à l’étranger pour 2 ans, nous accueille…Lou nous fait visiter, puis nous sert à boire au salon.La maison est agréable, Serge parle un peu de lui, puis prend Myriam dans ses bras…Ils s’embrassent, elle est heureuse, il lui parle à l’oreille. Il nous indique sa chambre…-C’est dur de faire ça sur commande…-Justement, je suis là pour vous aider…On se met à l’aise, on s’allonge, Myriam avec moi… -Lou, laisse-nous 5 minutes…Je la prends dans mes bras, elle me sourit, ôte son haut, fait glisser sa jupe… Je défaits son soutien-gorge, fais glisser sa culotte, elle m’invite contre elle…-Tu es belle, je suis énervée… Je vais le faire… Il va me prendre… On a parlé hier, il m’aime… Moi je ne sais pas… Mais ça, je le veux… Embrasse-moi…Notre baiser est tendre, doux, je la sens se détendre, je caresse ses seins pointus, glisse ma main entre ses cuisses, tandis qu’elle me rend mon baiser, elle se soulève vers moi, ouvrant son sexe à ma main… Elle est déjà trempée…-Oui, je t’aime et tu me fais fondre chaque fois que je te sens, que je t’embrasse…Mon doigt glisse dans sa vallée, son vagin est déjà ouvert, son clitoris n’attend qu’un effleurement, un souffle, pour s’ériger…Elle est prête, je rabats le drap sur nous, je ne me suis pas déshabillée, gardant tee-shirt et pantalon…Il est là, je lui fais signe, il s’approche… -Elle est à toi, elle est prête, elle t’aime, sois doux et tendre…. Tu l’as déjà fait ?-Heu, une fois… -C’est parfait… Déshabille-toi, n’aie pas peur, je ne te violerai pas…Son sexe apparaît, tendu, fier, manquant encore de punch… Il est musclé, cheveux courts, il est beau… Je la comprends… Il s’allonge, je m’assieds sur le fauteuil…Elle est belle, ses cheveux étalés, son corps blanc sur les draps fleuris… Ils s’embrassent, elle se love contre lui…Sa main glisse vers le sexe de Lou… Elle la prend, la pose sur son ventre, il suce ses seins, les caresse, les masse, sa langue glisse, descend, elle le lâche, s’ouvre, il soulève le bassin, elle se donne, écartelée… la langue savoure la chatte éplorée, goûte le nectar de cette jeune fille… Elle vibre, se retient de crier, puis n’en peux plus, et se lâche, gémit, parle, le veut…-Oh, oui… C’est bon, Lou, viens, je t’aime, prends mon innocence, fais-moi femme.Il la porte au supplice, léchant çà et là, puis savourant le clitoris, petit sexe dressé, boursouflé de désir…Ils s’embrassent tendrement, elle veut l’honorer à son tour, s’allonge contre lui, le caresse, caresse ses bourses et sa langue titille le gland, parcourt la longue hampe, et sa bouche se referme. Tendrement, lentement, ses lèvres glissent jusqu’au bas du sexe…Il a fermé les yeux, pose une main sur la tête de la jeune femme, lui imprime son rythme…Elle l’accompagne loin, très loin… Il se retient, puis l’arrête…Il est droit, tendu, rouge d’impatience…Il s’installe entre ses cuisses, empaume ses seins de nouveau, caresse, embrasse, il lui parle, elle répond « oui…Elle relève son bassin, tremblante, lui présente son intimité ouverte, offerte, magnifique…Le membre arrive au contact, le gland ouvre la voie, il pousse, elle gémit…-Viens… Prends-moi…J’ai passé ma main sous ma culotte, et ne peux que ressentir ce qu’elle éprouve, ce désir infini, cette soumission au plaisir, soumission à l’homme…Il la pénètre…-Ambre, viens !Le sexe glisse, je m’approche, jean ouvert…-Il me prend, il me baise enfin… Embrasse-moi, je vous aime tous les deux…La verge entre et sort en cadence, lentement, il attend, précis, puis pousse en elle, la portant à jouir encore et encore… Elle aime ces pénétrations incessantes, nos lèvres sont soudées, je le sens vibrer de plaisir, se détendre encore, pousser son bassin, pour mieux le ressentir…-Oh, j’ai joui… C’est bon ! Tourne-moi, viens…Elle s’offre en levrette et il la reprend… Augmentant sa cadence… Elle le laisse faire en râlant…Je prends ses seins dans mes mains, il me rejoints, on se regarde, il me sourit…Je glisse ma main dans ma culotte et recommence… Je suis trempée… Inondée…Elle est submergée par un premier orgasme, tandis qu’il la pilonne…Je fais glisser mon Jean et ma Sloggi, me glisse sous elle, et lui présente ma chatte détrempée, ouverte…Elle me suce, me fait délirer, il devient fou…Myriam jouit, me fait jouir…Elle le renverse, monte sur lui, et s’embroche… Lou m’appelle, elle me veut, j’enjambe sa tête, et colle ma chatte sur sa bouche… Il me fait délirer, m’emporte, Myriam retire mon haut, libérant mes seins, qu’elle lui présente, lui offre, je déblatère des mots sans suite…On tombe sur le lit, enchevêtrés…Myriam s’allonge sur Lou, il la reprend, enfonce son dard… Elle soulève une cuisse, le sens pénétrer…-Oui, viens ! Maintenant ! Oui ! Viens !Elle m’enlace, caresse ma chatte, s’offre, remontant son derrière… Elle le sent durcir, arriver…Il se libère par de grands coups de reins profonds qui la chavirent un peu plus, elle jouit sans cesse jusqu’à ce qu’il tombe entre nous, l’enlace, l’embrasse, m’embrasse… Lou l’allonge sur le dos, relève ses cuisses et regarde le sperme s’échapper doucement de la source béante… Il la boit, la savoure, la lèche jusqu’à plus soif, elle délire sous sa langue qui s’attarde dans les moindres replis, les moindres cachettes…. Je les contemple, couchée sur le côté, une main dans mon minou…Quelle belle journée qui se termine en feu d’artifice…-Merci… Merci de vos conseils qui ont fait de moi une femme…Je viens de faire l’amour pour la première fois avec mon Lou qui espérait depuis si longtemps, Lou mon ami… Tu m’aimes sans doute, emporté par l’excitation d’avoir réussi à me conquérir…Moi, je ne désirais que connaître ce tourment, et je viens de le vivre intensément, chapotée par toi Ambre…Maintenant, je vais sans doute vivre ma vie de femme, et oublier peu à peu ces émois, ce sexe qui m’a prise jusqu’au bout, parfait, doux…Elle nous embrasse, se livrant nue dans nos bras, échangeant baisers et caresses…Je veux connaître le reste… L’ivresse des sens, me donner, prendre, souffrir sans doute, jouir sans compter, je veux vivre ma sexualité avant de fonder une famille…Quelques jours plus tard, Ambre m’appelle, elle veut me voir et passe chez moi ensuite en buvant mon whisky plus que de raison…Elle l’a fait le soir, hier soir…Femme délirante, vivant la musique toute une soirée, dans l’alcool et la fumée, elle vient de connaître sa première expérience, seule, enfin, au départ…Caressée, embrassée, elle s’est livrée au fond d’un canapé, assourdie par les basses vibrantes, prise en sandwich, nue, désirée sur la piste, caressée, à en mourir de désir, elle ne pouvait que les suivre… Deux hommes, jeunes, beaux, tendres, amoureux de son corps, qu’elle leur a donné…Partagée, caressée, chacun d’un côté, elle leur a offert ses seins pour les mettre en train… Puis a saisi les deux verges tendues vers sa bouche, les honorant à tour de rôle, écartelée à leurs jeux délirants, elle s’est ouverte et a accepté de se laisser prendre, enfouir, travailler, jouir entre leurs bras, dans les brumes de la salle, elle a joui pendant des heures, les sentant devant et derrière, sans aucune douleur, anesthésiée par son plaisir…Emportée par leurs ébats avec cette jeune femme magnifique, ils l’ont couverte de leur sperme, inondée et suintante… Elle s’abandonne encore et encore à leurs mains, à leur bouche, à leurs sexes infatigables, démesurés… Elle jouit encore, en savourant deux sexes ensemble, elle pleure de joie, de vivre cela…FINMarika842010 – Octobre 2018

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Familientreffen – Teil 3

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Familientreffen – Teil 3Als Fritz in Nicoles Zimmer zurückkehrte, legte er zunächst den Umschnaller von seinen beiden Frauen unbemerkt zur Seite. Die Vaseline hielt er hoch und zeigte seiner Enkelin womit er ihr gleich das Poloch salben würde. Nicole nickt nur kurz und unterbrach ihr Lecken und Saugen an der reifen nassen Pflaume ihrer Oma nicht. „Das wurde aber auch Zeit Fritz, die Kleine hat mich ja gleich trocken geleckt, was hast du denn so lange gemacht?“ wollte Margot wissen. „Nur ein bisschen gespannt, was die vier da drüben treiben“ war seine knappe Antwort bevor er Nicole bat ihre Pobacken auseinander zu ziehen, um ihr dann die Rosette zu beschmieren. Da die Frauen beschäftigt waren, musste er sein bestes Teil selber fetten. Allein schon der Gedanke an den engen warmen Darm seiner Enkelin und die Eindrücke vom Nachbarzimmer hatten seinen Riemen so stramm und empfindlich gemacht, dass er ihn nur sanft anfassen konnte, ansonsten hätte er seine Bockmilch der Nicole auf den Rücken gespritzt. Als er seine knorrige Rute mit der wulstigen Eichel an Nicoles Schließmuskel ansetzte musste er tief Durchatmen und sich auf etwas anderes Konzentrieren, um nicht sofort zu ejakulieren. Nicole stieß ein heißeres „Ohhh“ aus, als Opas Eichel ans Hintertürchen klopfte, denn sie wusste, dass es gleich etwas wehtat, wenn der dicke Wulst der Eichel sich durch die Rosette bohrte. Sechsmal schon hatte ihr Opa in der letzten Woche den steifen Riemen ins Schockoloch gesteckt. Ab dem dritten Mal hatte es kaum noch wehgetan, weil sie durch die tägliche Arschfickerei geweitet war. Aber nun hatte sie ihn einen ganzen Tag nicht hinten drin gehabt und es spannte schon sehr, zumal Fritzs Pimmel heute besonders dick und steif war, was damit zusammenhing, dass er seit langem mal wieder Sex mit seiner Tochter und mit Margot hatte und haben würde,was ihn besonders erregte. Sanft aber zielstrebig schob Fritz seine Fettstange in Nicoles Poloch. Leicht auf ihrem Rücken liegend schnappte er nach ihren herabhängenden Brüsten und massierte ihre Nippel, die bei ihr sofort Sturzbäche in der Möse auslösten, so dass Nicole von Opa in den arschgefickt, die Oma leckend, sich ihre Fotze rieb und schon nach wenigen kräftigen Stößen, bei der sich ihr Opa in ihrem Darm ergoss, von ihrem Orgasmus geschüttelt wurde. Omas Fotze hatte sie nun freigegeben, denn sie brauchte alle Luft, um aufgrund ihrer Erregung nicht in Schnappatmung zu kommen. Margot hatte das Fickmaul ihrer Enkelin nun duch ihre Finger ersetzt, mit denen sie sich fingerfickend und den Kitzler reibend selber zum Höhepunkt trieb, den sie kurz nachdem Fritz und Nicole soweit waren, ebenfalls erreichte.Außer Atmen lagen die drei eng nebeneinander gedrückt in Nicoles Bett. „Ihr seit die besten Großeltern, die man sich nur wünschen kann“ freute sich Nicole begeistert über den wilden Sex, den sie mit dem Vater ihrer Mutter und der Mutter ihres Stiefvaters gehabt hatte. „Sag mal Oma Margot, bist du nicht etwas zu kurzgekommen?“ fragte Nicole nach, da ihre Oma sich mit ihrer Mundarbeit zufrieden gegeben hatte, während sie Opas Schwanz im Hintern gehabt hatte. „Danke, der Nachfrage, aber du hast schon recht, meine Muschi könnte jetzt schon ein dickes Stück Fleisch gebrauchen“ schielte Margot auf Fritzs Pimmel, der aber schlaff und nass auf seinem Oberschenkel ruhte. „Komm ich wichs ihn für dich steif“ bot sich Nicole an, aber Opa Fritz wehrte sie ab. „Ah, ich habe eine Idee“ flüsterte Margot ihrer Enkelin zu, als sie den Umschnaller auf dem Sideboard entdeckte. „Willst du des dir mit Muttis Unschnaller besorgen, wo kommt der überhaupt her?“ stellte Nicole gleich zwei Fragen. „Nein damit besorgst du es jetzt dem, der ihn aus dem Schlafzimmer deiner Mutter mitgebracht hat“ erklärte ihr Margot, wobei sie den Umschnaller Nicole anlegte. Mit in den Hüften abgestützten Armen, den wippenden Umschnaller vor ihrem Unterleib tragend, wie ein Mann, fragte Nicole nach, wie sie das meine. „Ganz einfach, Fritz hat ihn mitgebracht damit wir ihn damit in den Arsch ficken. Ich kenne das alte Schlitzohr doch und wir wollen ihn nun auch nicht enttäuschen, komm nimm du ihn zuerst, schließlich kannst du dich dafür revanchieren, dass er dir so das Poloch aufgerissen hat“ forderte Margot ihre Enkelin auf, näher an Opa Fritz heranzutreten, der bäuchlings auf dem Bett lag und tat als würde er schlafen. „Oma das sieht echt geil aus, wie du mich an meinem Schwanz zu Opa führst“ bestätigte Nicole ihrer Oma, dass es ihr gefiel, was nun kommen sollte. „Warte, ich teste erstmal mit der Zunge, ob das kleine Runzelloch auch sauber ist“ erklärte Margot, während sie die Arschbacken von Fritz auseinander zog, um ihm mit der Zunge über den Anus zulecken. „Alles prima, so wie ich ihn kenne, komm schieb ihm den Gummipeter in den Darm, der verträgt das“ zog Margot am Gunmnischwanz, bis die runde Eichel am Hintertürchen von Fritz anklopfte.„Komm Nicole jetz fick den Opa Fritz mal so richtig nach Herzenslust, er mag es den Hintereingang verwöhnt zu bekommen. Siehst du, er stellt sich schon auf die Knie, jetzt kannst du sienen Riemen wichsen und ihm die Eier schaukeln. Sieh nur, wie er dir seinen Arsch entgegendrängt. Wenn er wieder richtig steif ist, überlässt du ihn aber bitte mir!“ feuerte Margot ihre Nichte an. Nicole fickte wie ein Mann den Hintern ihres Opas. Sie genoß es, ihm dabei von hinten an den Schwanz und den Sack zu fassen. Immer steifer wurde die alte knorrige Rute und der lange Sack zog sich zusammen und presste den Hängehoden an den strammen Schaft. „Oma er ist jetzt bereit, soll ich raus aus seinem Hintern?“ fragte Nicole nach, als sie Opas Fickbereitschaft wieder hergestellt hatte. Kaum dass Fritzs Eichel sich wieder aus der Vorhaut rausgeschält hatte, lag Margot mit klafffender Fotze unter ihm und griff nach seinen alten Arschbacken, um sich den steifen alten Ast reinzuschieben. Sie kannte Fritz, sie hatte mit ihm gefickt, seit dem ersten Tag, als sie sich kennen gelernt hatten. Damals hatte Heinz, ihr errster Mann, noch gelebt und mit Fritz und Renate waren sie bei Juttas 50. gemeinsam auf dem Hotelzimmer verschwunden, nachdem Fritz und Renate ihnen an der Thelke von ihrem erfüllten Sexleben als Swinger berichtet hatten, wollten Margot und Heinz, bei denen jede sexuelle Anspielung auf offene Ohren traf, es gleich mal mit den Schwiegereltern ihres Sohnes versuchen. Das Experiment war geglückt, so steif und geil hatte Margot ihren Mann schon lange nicht mehr erlebt und er hatte sie angefeuert als sie damals auf Fritzens Rute einen wilden Ritte vollführt hatte. Leider war er ein Jahr später gestorben, aber mit Manfred konnte man auch Pferde stehlen und er wäre sicher Stolz auf seine alte Ficke, wenn er sehen könnte wie Fritz in ihr rumstocherte.Außer Atmen lagen die drei eng nebeneinander gedrückt in Nicoles Bett. „Ihr seit die besten Großeltern, die man sich nur wünschen aydın escort kann“ freUta sich Nicole begeistert über den wilden Sex, den sie mit dem Vater ihrer Mutter und der Mutter ihres Stiefvaters gehabt hatte. „Sag mal Oma Margot, bist du nicht etwas zu kurzgekommen?“ fragte Nicole nach, da ihre Oma sich mit ihrer Mundarbeit zufrieden gegeben hatte, während sie Opas Schwanz im Hintern gehabt hatte. „Danke, der Nachfrage, aber du hast schon recht, meine Muschi könnte jetzt schon ein dickes Stück Fleisch gebrauchen“ schielte Margot auf Fritzs Pimmel, der aber schlaff und nass auf seinem Oberschenkel ruhte. „Komm ich wichs ihn für dich steif“ bot sich Nicole an, aber Opa Fritz wehrte sie ab. „Ah, ich habe eine Idee“ flüsterte Margot ihrer Enkelin zu, als sie den Umschnaller auf dem Sideboard entdeckte. „Willst du es dir mit Muttis Unschnaller besorgen, wo kommt der überhaupt her?“ stellte Nicole gleich zwei Fragen. „Nein damit besorgst du es jetzt dem, der ihn aus dem Schlafzimmer deiner Mutter mitgebracht hat“ erklärte ihr Margot, wobei sie den Umschnaller Nicole anlegte. Mit in den Hüften abgestützten Armen, den wippenden Umschnaller vor ihrerm Unterleib tragend wie ein Mann, fragte Nicole nach, wie sie das meine. „Ganz einfach, Fritz hat ihn mitgebracht damit wir ihn damit in den Arsch ficken. Ich kenne das alte Schlitzohr doch und wir wollen ihn nun auch nicht enttäuschen, komm nimm du ihn zuerst, schließlich kannst du dich dafür revanchieren, dass er dir so das Poloch aufgerissen hat“ forderte Margot ihre Enkelin auf, näher an Opa Heinrich heranzutreten, der bäuchlings auf dem Bett lag und tat als würde er schlafen. „Oma das sieht echt geil aus, wie du mich an meinem Schwanz zu Opa führst“ bestätigte Nicole ihrer Oma, dass es ihr gefiel, was nun kommen sollte. „Warte, ich teste erstmal mit der Zunge, ob das kleine Runzelloch auch sauber ist“ erklärte Margot, während sie die Arschbacken von Fritz auseinander zog, um ihm mit der Zunge über den Anus zulecken. „Alles prima, so wie ich ihn kenne, komm schieb ihm den Gummipeter in den Darm, der verträgt das“ zog Margotg am Gunmnischwanz, bis die runde Eichel am Hintertürchen von Fritz anklopfte.„Komm Nicole jetz fick den Opa Fritz mal so richtig nach Herzenslust, er mag es den Hintereingang verwöhnt zu bekommen. Siehst du, er stellt sich schon auf die Knie, jetzt kannst du sienen Riemen wichsen und ihm die Eier schaukeln. Sieh nur, wie er dir seinen Arsch entgegendrängt. Wenn er wieder richtig steif ist, überlässt du ihn aber bitte mir!“ feuerte Margot ihre Nichte an. Nicole fickte wie ein Mann den Hintern ihres Opas. Sie genoß es, ihm dabei von hinten an den Schwanz und den Sack zu fassen. Immer steifer wurde die alte knorrige RUta und der lange Sack zog sich zusammen und presste den Hängehoden an den strammen Schaft. „Oma er ist jetzt bereit, soll ich raus aus seinem Hintern?“ fragte Nicole nach, als sie Opas Fickbereitschaft wieder hergestellt hatte. Kaum dass Fritzs Eichel sich wieder aus der Vorhaut rausgeschält hatte, lag Heidrum mit klafffender Fotze unter ihm und griff nach seinen alten Arschbacken, um sich den steifen alten Ast reinzuschieben. Sie kannte Fritz, sie hatte mit ihm gefickt, seit dem ersten Tag, als sie sich kennen gelernt hatten. Damals hatte Heinz, ihr erster Mann, noch gelebt und mit Fritz und Renate waren sie bei Juttas 50. gemeinsam auf dem Hotelzimmer verschwunden, nachdem Fritz und Renate ihnen an der Theke von ihrem erfüllten Sexleben als Swinger berichtet hatten, wollten Margot und Heinz, bei denen jede sexuelle Anspielung auf offene Ohren traf,es gleich mal mit den Schwiegereltern ihres Sohnes versuchen. Das Experiment war geglückt, so steif und geil hatte Margot ihren Mann schon lange nicht mehr erlebt und er hatte sie angefeuert als sie damals auf Fritzs Rute einen wilden Ritte vollführt hatte. Leider war er ein Jahr später gestorben, aber mit Manfred konnte man auch Pferde stehlen und er wäre sicher Stolz auf seine alte Ficke, wenn er sehen könnte wie Fritz in ihr rumstocherte.Nicole war mit ihrem Dildo nun wieder aus Opas Arsch gerutscht, als dieser damit begann Margot zu ficken. Erregt schaute sie dem Schauspiel ihrer Großeltern zu. Dann riß Oma Margot sie aus ihren Gedanken. „Nicole stell bitte mal die Videokamera auf und setzt uns gut in Szene, ich möchte, dass Renate und Manfred das zu sehen bekommen, dann wird ihnen nicht so langweilig in der Kur oder zu Hause, forderte Margot ihre Enkelin auf alles aufzunehmen.Nicole lief, immer noch mit dem Umschnaller ausgestattet hinunter in das Wohnzimmer. Dort im Buffetschrank lag die neuste Videokamera von Rolf. Sie war noch dabei das zusammenklappbare Stativ zu suchen, als ihre Mutter ebenfalls mit einem Umschnaller ausgestattet, der wippend vor ihrem nackten Schamlippen hervorstand, neben ihr lachte. „Na, seit wann hat meine Tochter denn einen Schwanz?“ Nicole blickte über ihre Schulter und sah den immer noch mit Vaseline eingefetteten Gummischwanz im Schoß ihrer Mutter. „Du musst reden, hast ja selber einen“ entgegnete Nicole ihrer Mutter, die neugirig nachfragte, was Nicole in dem Buffetschrank suchte.„Ich suche Rolfs Kamera und das Stativ. Ich soll Margot und Fritz filmen, damit sie das Renate und Manfred zeigen können“ erklärte Nicole ihrer Mutter, während sie diese bereits von unten herauf filmte. „Sieht irre geil aus, wie meine Mutti einen Schwanz trägt, das wird Oma Renate gefallen, so hat sie ihre Tochter sicher noch nicht gesehen“ vermutete Nicole. „Na, dann gib mal her, dann soll sie auch gleich sehen, dass ihre Enkeltochter keinen Deut besser ist“ argumentierte Jutta, als sie Nicole die Kamera aus der Hand nahm und sie diese ihrerseits filmte, wie sie da mit umgeschnallten Gummipimmel vor dem Schrank kniete.Nicole stand auf, stellte sich neben ihre Mutter, und massierte gedankenversunken den Gummischwanz. „Wem hast du den eigentlich reingesteckt?“ fragte Nicole mit erregter Stimme ihre Mutter, die ihrerseits damit begonnen hatte den Gummischwanz ihrer Tochter zu streicheln. „Dem Jürgen habe ich ihn verpasst, als er tief in Rolfs Arsch steckte“ gestand Jutta ihrer Tochter, was sich im Elternschlafzimmer zugetragen hatte. „Und wen hast Du beglückt?“ wollte Jutta nun wissen. „Opa, damit er steif wurde, bevor er Oma Margot gefickt hat“ erklärte Jutta ihrer Mutter die Ereignisse, die in ihrem Zimmer stattgefunden hatten. „Warum konnte mein potenter Vater denn nicht mehr, wo hat er seinen Samen denn verspritzt?“ wollte Jutta von ihrer Tochetr wissen, was sie von ihrem Vater bereits vorab erfahren hatte. Nicole wurde etwas verlegen, gestand ihrer Mutter dann aber, dass Fritz ihr seinen Samen in den Darm gespritzt habe. „Musst dir nicht peinlich sein, mir hat er ihn in den Arsch gesteckt als ich viel jünger war als du. Oma Renate wollte das damals zuerst nicht, aber ich habe mich durchgesetzt und es nie bereut“ gestand escort aydın Juttas ihre Jungendsünden nun auch ihrer Tochter.„Mutti, ich finde es so herrlich, dass wir unter uns in der Familie zusamen Sex haben. Es ist so entspannend im vertrauten Kreis seinen Fantasien freien Lauf zu lassen“ drückte Nicole ihrer Mutter gegenüber ihre Zufriedenheit darüber aus, wie es gerade in der Familie zuging. „Na, du hast ja auch nichts anbrennen lassen“ lachte Jutta. „Hast schon den Sex mit Opa, Oma und dem Stiefvater genossen“ fügte sie hinzu. „Und Jürgens Flöte“ komplettierte Nicole die Sammlung. „Wie war denn der Sex zu viert mit Rolf, Uta und Jürgen?“ wollte Nicole nun von ihrer Mutter wissen, was im Elternschlafzimmer abgelaufen war. Jutta sc***derte ihrer Tochter alle Konstellationen, die sie zu viert genossen hatten. Als Jutta sc***derte, wie Jürgen den Rolf in den Arsch gefickt hatte, bemerkte sie die Erregung ihrer Tochter, denn Nicoles Nippel standen steif hervor und sie spielte immer wieder an ihrem ungeschnalleten Dildo, um sich so ihre feuchte Spalte zu massieren. „Erregt dich der Sex unter gleichgeschlechtlichen Partnern?“ stellte Jutta ihre Tochter zur Rede. „Ja, das muss ich schon zugeben. Als ich vorhin Oma Margots Fotze geleckt und gefingert habe, hat mich das sehr erregt“ gestand Nicole. Jutta trat näher an ihre Tochter heran, schnallte ihren und den Dildo, den Nicole um die Hüfte trug, ab, legte beide Gummischwänze zur Seite und begann die nackten kleinen Titten ihrer Tochter an ihren steifen Nippeln zu verwöhnen. Sofort stöhnte Nicole erregt auf. „Mutti, was machts du mit mir?“ stöhnte sie laut auf. „Na, das weißt du doch, wirst dich doch deiner Mutter nicht verwehren, zumal du schon geil und nass bist. Hast Du von mir geerbt, dass dir die Fotze tränt, wenn man dir an die Nippel fasst“ klärte Jutta ihre Tochter darüber auf, was sie von ihr mitbekommen hatte. Noch bevor Nicole etwas erwidern konnte, steckte ihre Mutter ihr die Zunge in den Mund wobei sie die Hände von Jutta überall auf ihrem nackten Körper spürte. Mit einer Hand masseirte ihre Mutter weiterhin ihre kleinen strammen Brüste, während die andere in ihrem Schoß wühlte und im nassen Schlitz sanft den Kitzler rieb. Nicole züngelte nun auch voller Erregung mit der Zunge im Mund ihrer Mutter und fasste an deren Brüste. „Oh Mammi, wie hart deine Zitzen sind“ stöhnte Nicole, um sich herab zu beugen und an ihnen zu saugen. Ihre Finger, die sie Jutta dabei auf die Spalte gelegt hatte, wurden von einem Schwall Geilsaft benässt. „Mutti, das ist ja soviel, ich dachte du pinkelst mir in die Hand“ bemerkte Nicole mit erschreckter Stimme. „Leck, dir die Finger ab, dann schneckst du den Unterschied zur Pisse“ forderte Jutta ihre Tochter auf. „Sieh nur wie nass meine Finger sind“ hob Jutta die Hand, die eben noch im jungen Schlitz der Tochter gewühlt hatte, dabei leckte sie genüsslich alle ihre Finger ab und schaute ihrer erregten Tochter dabei in die Augen. „Mutti, ich habe noch keine Pisse probiert, aber dein Saft schmeckt herrlich“ erklärte Nicole ihrer Mutter. „Mutti, ich möchte dich gerne lecken, komm leg dich aufs Sofa“ verlangte Nicole nach mehr. „Das freut mich, dass du das magst. Ich habe es mit Uta letzte Zeit öfters genossen und ich kann gestehen, dass ich auf Dauer auf eine saftige Fotze nicht verzichten möchte“ gestand Jutta ihrer Tochter, ihre neu entdeckte Neigung zum Sex mit Frauen. „Leg du dich hin, ich steige in der 69er Position über dich, dann lecken wir uns gegenseitig“ übernahm Jutta die Regie. „Oh ja, die Filmaufnahmen müssen dann noch warten“ freute sich Nicole und präsentierte sich rücklings auf dem Sofa mit offener nasser Spalte ihrer Mutter.Über Nicoles Gesicht schwebten die nackten, nassen Schamlippen ihrer Mutter, deren Nase schon tief zwischen ihren jugendlichen Schamlippen versunken war und deren Zunge eifrig ihren Damm leckte. „Oh Mutti, ist das geil, wenn deine Zungenspitze in mein Poloch eindringt“ stöhnte Nicole auf, die gerade begonnen hatte snft über die etwas fransigen Schamlippen ihrer Mutter zu lecken. „Schmeckt nach Opas Bockmilch hier hinten“ stellte Jutta fest. „Ja, er Opa ist der einzige der bisher in meinem Hintern gesteckt hat, aber das jeden Tag mindestens einmal seit über einer Woche. Du kennst den Geschmack aber sehr gut, wenn du das jetzt noch schmecken kannst“ machte Nicole ihrer Mutter deutlich, dass es keine Überraschung war, dass ihr Anus, nach Fritzs Samen schmeckte verbunden mit der Feststellung, dass ihrer Mutter der Geschamck ihres Vaters wohl sehr vertraut sein musste. „Das kannst du aber glauben. Ich habe schon so manchen Schwanz im Mund gehabt und auch von vielen die Suppe geschluckt, aber Vatis Samen werde ich mein Leben lang rausschmecken, es war der erste den ich probieren durfte. Auch wenn ich ihn jetzt lange nicht kosten konnte, war er mir heute doch gleich wieder sehr vertraut“ erläuterte Jutta ihrer Tochter, dass Opas Bockmilch eine ihrer Leibspeisen ist.„Ohhhhhhhh, Mutti was machst Du da, sind das deine Zähne, die meinen Kitzler massieren?“ fragte Nicole nach, was ihren Knubbel so fest im Griff hatte. „Ja, mein Schatz, mach das bitte auch bei mir, ich werde so geil dabei“ forderte Jutta Nicole auf, ihre Liebesperle zwischen die Zähne zu nehmen. Nicole zog mit ihren Fingern die Schamlippen ihrer Mutter auseinander. Der erregte Kitzler ragte dunkelrot, heiß und prall aus dem oberen Bereich von Muttis Fotzenschlitz hervor. „Boaahhah, ist das ein fettes Teil. Der sieht aus wie ein kleiner Pimmel“ sc***derte Nicole, was sie gerade vor ihren Augen hatte. „Jaaaaaa“ stöhnte Jutta auf, als Nicole mit ihrem Finger darüber strich. „Komm mein Schatz, nimm ihn zwischen deine Lippen, küss ihn und dann knabbere sanft mit den Zähnen dran“ verlangte Jutta von ihrer Tochter. Nicole, die spürte, wie sich ihre Mutter an ihrer Clitoris festsaugte und ihr zwei Finger in das Fickloch steckte, lutschte saugend und schmatzend an der harten, dicken Perle der reifen Jutta. Dann begann sie sanft daran zu knabbern. Jutta bockte ihr mit dem Unterleib entgegen und rieb ihre klatschnasse Fotze über das Gesicht ihrer Tochter, die nun nicht mehr losließ, weil sie selber vor Erregung durch die harte Mundmassage ihres Kitzlers wie von Sinnen am Kitzler ihrer Mutter saugte.Als Nicole einen weiteren Finger spürte, der in ihr enges Fötzchen eindrang, entludt sie sich mit einem feuchten Schwall ihres Mösensaftes in Muttis Gesicht, da ihre Blase nicht gaz entleert war, schoss auch noch ein Pissstrahl mit hinaus, den sie kommen spürte aber nicht zurückhaten konnte. Von der warmen Gesichtsdusche ihrer Tochter überwältigt, kam auch Jutta zu ihrem Höhepunkt. Ihr Schwall war noch reichaltiger als der von Nicole, aber es war ausschließlich ihr Mösensaft, den Nicole gierig schluckte. Nach einer kurzen Besinnungsphase, schob sich Nicole unter ihrer Mutter heraus, hockte sich aydın escort bayan neben sie, küsste sie auf das nasse Gesicht und entschuldigte sich, offensichtlich peinlich berührt, für den Pissstrahl, den sie ihrer Mutter ins Gesicht gestrullert hatte. „Mutti, des tut mir leid, aber ich konnte es nicht kontrollieren“ flüsterte sie zärtlich. „Keine Sorge mein Schatz, erstens ist das nicht das erste mal, dass ich eine goldene Schauer bekommen habe und zweitens schmeckt deine junge Frauenpisse doch recht spritzig frisch“ lächelte Jutta ihrer betrübt dreinblickenden Tochter entgegen. „Mutti du bist so ein geiles Ferkel“ entfuhr es Nicole, aber weil sie dabei ihre Mutti küsste und umarmte, spürte Jutta, dass das als Kompliment gemeint war.Nicole nahm einen der Umschnalldildos, trat vor ihre Mutter und bat sie ihn wieder anzulegen. „Mutti kannst du mir bitte mit dem Dildo mein Poloch schön dehnen, ich möchte nachher, wenn Theo zum Frühstück kommt, ihn in mein Poloch lassen“ flehte Nicole ihre Mutter an. „Mädchen weißt du denn was du dir da zumutest, hast doch gestern gesehen, was für einen Monsterprügel der Theo hat. Ich, die ich ein Kind zur Welt gebracht habe, hatte schon mein Schaffen und du willst dich von ihn in den Arsch ficken lassen“ gab Jutta zu Bedenken, schnallte sich aber gleichzeitig den Dildo um, weil sie spürte, dass ihre Tochter keine Ruhe geben würde. „Bitte Mutti, ich kann nicht mehr ruhig schlafen, wenn ich den schönen Riesenschwanz nicht probiert habe“ bettelte sie weiter, dabei kniete sie bereits vor ihrer Mutter und sperre ihre Mundfotze auf, um den Kunstpimmel ihrer Mutti in den Mund zu nehmen. Jutta erregte der Anblick ihrer Tochter, wie sie vor ihr knieend den Umschnaller blies. In dem Moment als sie den Kopf ihrer Tochter mit beiden Händen auf den Schwanz vor ihrem Schoß drückte, standen ihr Vater und ihre Schwiegermutter neben ihnen. Fritz hatte sich die Kamera genommen und filmte das geile Mutter-Tochter-Duo. Margot stand mit offenem Mund daneben bestaunte, ihren Schlitz reibend, wortlos die Szene. Zuerst hatte sich Jutta erschreckt, aber als sie ihren erregten Vater sah, wie er mit zittrigen Händen auf ihre bebenden Brüste und dann auf ihren Schoß und den Kopf ihrer Tochter zoomte, lächelte sie frivol in die Kamera. Auch Nicole schaute auf, ließ den Gummipimmel kurz aus dem Mund und rief ihrem Opa zu, dass er bitte nicht eifersüchtig sein solle, sein Opaschwanz sei ihr jederzeit willkommen. Dann erklärte Jutta dem Kameramann, dass er bitte noch weiter filmen solle, denn sie würde ihre Tochter gleich noch in den Arsch ficken, um sie auf Theos Mörderriemen vorzubereiten. Als Jutta und Nicole das umsetzten, konnte Fritz vor Erregung nicht weiterfilmen. Der Anblick, wie seine Enkeltochter nackt auf allen Vieren auf dem Teppich kniete und von ihrer Mutter von hinten in den Hintern gefickt wurde und wie Jutta ihrer stöhnenden Tochter dabei von hinten an die kleinen festen Brüste griff und ihr mit einer Hand ans Fickloch griff, bescherten ihm ein solch steifes Rohr, dass er die Kamera an Margot weiterreichte und sich wichsend vor Nicole auf den Teppich legte.Margot hielt diese geile Familienszene fest und dachte daran, wie wohl Renate und Manfred auf diese Filmdokumente reagieren würden. Aber schließlich war das ja noch nicht alles was es in dieser Familie zusehen gab. Margot verließ das versaute Trio im Wohnzimmer und ging mit der Kamera in das Schlafzimmer von Jutta und Rolf, schließlich waren dort noch Uta, Rolf und Jürgen und Margot konnte sich nicht denken, dass die drei jetzt schlafen würden. Sie wurde auch nicht enttäuscht. Als sie die Tür öffnete sah sie, wie Uta ihr den Rücken zugewendet auf Jürgens Schwanz einen wilden Ritt vollführte. Jürgens schöner langer Schwanz war immer wieder nass und steif zwischen Utas Schenkeln zu sehen, was Margot auch sofor mit dem Zoom der Kamera nah heranholte. Der kahlrasiete Hoden von Jürgen der sich drall und fest an seinen steifen, glitschigen Schaft schmiegte, war über und über nass von Utas Geilsäften, die laut stöhnend mit einem wilden auf und ab sich den Schwanz ihres Partners reinschraubte, während dieser ihren runden vollen Busen knetete als sei es Kuchteig. Margot zoomte auch auf Utas steife Zitzen, die sich lang aus den runden braunen Warzenhöfen erhoben. Der erregte, verklärte Gesichtsausdruck von Uta verriet ihr, dass diese es ganz und gar genoss, so hart gefict und angefasst zu werden. Während ihr Partner Uta fickte, stand ihr Exmann, Rolf, neben den beiden. Rolfs Zunge kreiste im Mund von Uta und sein steifer Pimmel wurde dabei von Jürgen gewichst. „Na, ihr drei habt euch aber gesucht und gefunden“ kommentierte Margot die erregende Szene, die sie filmisch festhielt. „Komm Rolf fick die Uta endlich mal in den Arsch, brauchst ihn nicht einfetten, die kann ihn so wegstecken und keine Angst, die kann auch einen Sandwich-Fick vertragen, ist ja nicht das erste mal“ forderte Jürgen den Exmann seiner Partnerin auf, ihr den dicken Schwanz in das Hintertürchen zu schieben. „Ohhhhhhh wie geil ist das denn?“ entfuhr es Rolf. An seine Mutter gewandt fragte er sie, ob sie das gehört habe, endlich dürfe er Uta in den Hintern ficken, einer seiner schönsten Träume würde wahr. Margot, die es sah und die es filmte, mit welcher Erregung und mit welcher Inbrunst ihr Sohn sich mit seinem dicken langen Schwanz dem Hinterteil von Uta näherte, trat an ihren Sohn heran, fasste an seinen Schwanz und flüsterte ihn etwas ins Ohr. „Mutti, ich kann es nicht glauben, jahrelang durfte ich dich nur anschauen und mich dabei befriedigen und jetzt auf deine alten Tage machst du mir ein Angebot, das meinen Schwanz jetzt nochmal besonders zucken lässt“ stöhnte Rolf, als seine Eichel von seiner Mutter dirigiert ins Poloch von Uta eindrang. Langsam schob Rolf nach, aber er musste nicht vorsichtig sein, Uta schob ihm ihr Hinterteil verlangend entgegen, schnell hatte sie den Rhythmus gefunden, um es sich in ihrem Fotzenloch mit Jürgens Prügel zu besorgen, während Rolf bis zu seinen strammen Eiern, die sie an ihren Oberschenkel spürte, in ihrem Hintern steckte und ihr Poloch fickte. Noch bevor Uta nachfragen konnte, was seine Mutter ihm den angeboten habe, hörten alle den Kommentar der Filmreporterin, den sie für einen der zukünftigen Zuschauer, in diesem Falle für ihren Partner Manfred, der Filmszene hinzufügte. „Manfred schau nur, wie geil es Jürgen und Rolf der Uta besorgen. Genau so möchte ich demnächst von dir und von meinem Sohn Rolf rangenommen werden. Du weißt ja, wie geil mich sein Schwanz macht und dass ich ihm schon oft beim Wichsen zugeschaut habe, auch beim ersten Mal, damals als Elke ihn zum abspritzen gebracht hat und Heinz noch lebte. Nun bin ich aber soweit, in dieser versauten Familie alle Tabus zu brechen und du hast nur die Chance mitzumachen oder zuzuschauen, denn sicher findet sich auch hier ein zweiter potenter Mann, der deiner Margot das nicht abschlagen würde“ beendete Margot ihren Filmkommentar, bevor sie sich wieder voll auf die Sandwichnummer konzenztrierte, um filmisch einzufangen, wie beide Schwänze sich in Uta austobten.

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